ECONOMIA

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Durigan rebate críticas de inércia sobre crise do BRB

(via Agência Brasil)

| Edição de 14 de agosto de 2026 | Atualizado em 14 de agosto de 2026

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, respondeu nesta sexta-feira (14) às críticas sobre a suposta inércia do governo federal diante da crise do Banco de Brasília (BRB), classificando-as como "uma grande injustiça e irresponsabilidade".

A declaração foi feita um dia após a reunião pública de conciliação entre representantes do Distrito Federal, da União, do BRB, do sistema financeiro e do Ministério Público, realizada na quinta-feira (13), no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, com o objetivo de encontrar uma solução financeira para a crise da instituição bancária.

Apesar de o governo federal não ter responsabilidade direta sobre o passivo do BRB, Durigan destacou que a equipe econômica tem proposto soluções para manter serviços essenciais no Distrito Federal. "Tudo que tem sido demandado, tem sido feito por nós, pelo governo federal, em articulação com os bancos, com o governo do DF", afirmou.

Modelo Alternativo para Viabilidade Financeira

Frente à impossibilidade técnica e jurídica de concessão do aval direto da União, o governo federal desenvolveu um modelo alternativo para viabilizar financeiramente a repactuação. Reuniões têm sido coordenadas pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e pela Advocacia-Geral da União (AGU) para estruturar garantias mais seguras às instituições privadas envolvidas.

O objetivo é estruturar a extensão de garantias mais seguras às instituições privadas participantes. "Não havendo a possibilidade de aval da União e também para não ficar sem resposta, levei, em reunião, a possibilidade que foi colocada no acordo, trazida por nós. E houve reuniões para tratar como estender as garantias com mais segurança para os bancos privados."

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Com informações da Agência Brasil