ECONOMIA

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Fevereiro seguirá com bandeira tarifária verde na conta de luz

(via Agência Brasil)

| Edição de 30 de janeiro de 2026 | Atualizado em 30 de janeiro de 2026

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que a bandeira tarifária para o mês de fevereiro permanecerá inalterada. Isso significa que os consumidores não terão custos adicionais em suas contas de energia.

"As chuvas foram mais favoráveis nos últimos 15 dias de janeiro, comparando com a primeira quinzena do mês, o que resultou na recuperação dos níveis dos reservatórios das usinas nas regiões Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte. Assim, não será necessário acionar as usinas termelétricas mais caras", informou a Aneel.

Conforme o cronograma da agência reguladora, a definição da bandeira para março será divulgada em 27 de fevereiro.

Custos Extras

O sistema de bandeiras tarifárias, criado pela Aneel em 2015, reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. As bandeiras, divididas por cores, indicam o custo para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia consumida em residências, comércios e indústrias.

A cada mês, as condições de operação do sistema de geração de energia são reavaliadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que define a melhor estratégia de geração para atender à demanda e prevê os custos a serem cobertos pelas bandeiras.

As cores das bandeiras tarifárias são definidas com base na previsão de variação do custo da energia a cada mês. Sob a bandeira verde, não há acréscimo na conta de luz. Já as bandeiras vermelha ou amarela implicam em acréscimos a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Ao final do período úmido, em abril, a Aneel define o valor das bandeiras tarifárias para o ciclo seguinte.

Os valores cobrados são os seguintes: na bandeira amarela, com condições de geração menos favoráveis, a tarifa tem um acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 kWh consumidos; na bandeira vermelha, no Patamar 1, o acréscimo é de R$ 4,46 para cada 100 kWh consumidos.

No Patamar 2 da bandeira vermelha, as condições de geração são ainda mais custosas, resultando em um acréscimo de R$ 7,87 para cada 100 kWh consumidos.



Com informações da Agência Brasil