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Venda de motocicletas em 2025 é a maior dos últimos 22 anos

(via Agência Brasil)

| Edição de 15 de janeiro de 2026 | Atualizado em 15 de janeiro de 2026

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A venda de motocicletas no Brasil em 2025 atingiu um marco histórico, sendo a maior desde 2003. Foram comercializadas 2.197.851 unidades, representando um aumento de 17,1% em relação a 2024, quando foram vendidas 1.876.427 motocicletas.

O segundo ano com maior volume de vendas foi 2011, com 1.940.543 unidades, seguido por 2008, que registrou 1.925.558 unidades vendidas.

Os dados, divulgados nesta quinta-feira (15), são da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo).

“O desempenho do setor reflete a demanda aquecida por veículos de duas rodas, impulsionada principalmente pela mobilidade urbana e pelo uso profissional”, destaca o presidente da entidade, Marcos Bento.

No ano passado, 1.980.538 motocicletas foram produzidas nas linhas de montagem das fabricantes instaladas em Manaus, um volume 13,3% superior ao registrado em 2024. Esse foi o melhor desempenho do setor desde 2011 e o terceiro maior da história da indústria motociclística nacional, desde 2003.

As exportações encerraram 2025 com 43.117 motocicletas embarcadas, volume 39,1% superior ao registrado no ano anterior.

Projeções para 2026

A Abraciclo estima que a produção em 2026 deverá ser de aproximadamente 2.070.000 motocicletas, volume 4,5% superior às 1.980.538 unidades fabricadas em 2025.

A previsão da entidade é que sejam vendidas no país, neste ano, 2.300.000 motocicletas, um avanço de 4,6% em relação às 2.197.851 unidades comercializadas no ano passado.

As exportações, segundo a Abraciclo, também devem apresentar elevação. A entidade estima que 45.000 motocicletas sejam destinadas ao mercado externo em 2026, crescimento de 4,4% na comparação com 2025.

“As projeções indicam o crescimento consolidado do segmento no Brasil e reforçam o papel estratégico do Polo Industrial de Manaus, o maior polo de produção de duas rodas fora do eixo asiático”, afirma o presidente da Abraciclo.



Com informações da Agência Brasil