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Abertura terá bailarina com prótese e roda de sambistas no Rio de Janeiro

Folhapress

| Edição de 04 de setembro de 2016 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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Manobras de cadeira de roda em uma grande rampa dentro do Maracanã, dança contemporânea com uma bailarina usando próteses nas pernas e homenagem à roda dos cadeirantes feita por uma roda de samba com Maria Rita, Xande de Pilares e Diogo Nogueira, entre outros.

Essas são algumas das cenas na cerimônia de abertura da Paraolimpíada nesta quarta-feira. Os organizadores não divulgaram, no entanto, o nome de quem acenderá a pira.

A Rio-2016 promete um momento de "grande emoção" para a entrada das bandeiras do Brasil e do Comitê Paralímpico Internacional.

Segundo Leonardo Caetano, diretor de cerimônias, será um brasileiro, não necessariamente atleta, mas que irá emocionar o público pelo apelo que tem. "Preparem os lencinhos", disse o escritor Marcelo Paiva, um dos três diretores criativos, com Vik Muniz e Fred Gelli.

Os diretores escolheram o tema "Todos têm coração". A cerimônia quer mostrar, em 11 cenas, que deficientes físicos são só diferentes e conseguem feitos tão ou mais incríveis que pessoas "normais".

A cerimônia deve durar duas horas e 45 minutos. Dois mil voluntários, 78 bailarinos não deficientes e duas companhias de dança para cadeirantes farão as coreografias.

Um atleta estrangeiro descerá de cadeira de rodas uma rampa da extensão da arquibancada e fará manobra radical ao chegar ao palco.

Outra atração internacional será a atleta americana de snowboard Amy Purdy, que fará exibição de dança, uma das mais longas do evento, de quatro a cinco minutos