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Aposta de Ancelotti, Douglas Santos explica apoio tático a Vini Jr.

(via Agência Brasil)

| Edição de 16 de junho de 2026 | Atualizado em 16 de junho de 2026

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O lateral-esquerdo Douglas Santos, que estreou pela Seleção Brasileira em 2016, passou quase uma década sem ser convocado novamente. No entanto, com a chegada de Carlo Ancelotti, o paraibano de 32 anos voltou a ser lembrado para vestir a camisa da Seleção.

Douglas participou de seis dos 12 jogos sob o comando do técnico italiano antes da Copa do Mundo, sendo o jogador mais utilizado na posição. Durante uma coletiva de imprensa realizada na manhã desta terça-feira (16), no The Ridge, hotel em Nova Jersey onde a delegação brasileira está hospedada, o lateral falou sobre sua experiência recente.

"O mister [Ancelotti] conversa bastante comigo, destacando meu crescimento defensivo. Ele me acompanha no Zenit [da Rússia], junto com sua equipe, e tem me incentivado a aproveitar o momento. Ele conhece minhas características e, graças a Deus, as coisas têm dado certo. Estou focado em dar o meu melhor, defendendo bem e surpreendendo no ataque", afirmou Douglas Santos.

Douglas Santos foi titular na estreia contra o Marrocos, no último sábado (13), em Nova Jersey, partida que terminou em empate de 1 a 1. Ao lado do atacante Vinícius Júnior, ele se destacou tanto no apoio ofensivo, criando oportunidades de gol, quanto na defesa, permitindo que o camisa 7 tivesse liberdade para atacar pelo lado esquerdo.

"O Vini é um jogador que tem sido nosso desafogo, sabendo também que, por ali, podem aparecer [os atacantes] Raphinha, Igor Thiago, Matheus Cunha, e o [volante] Bruno Guimarães, que chega muito à frente. Conversamos bastante no lado esquerdo para que ele [Vinícius Júnior] tenha liberdade para jogar o futebol que sabe. Contra o Marrocos, isso ficou evidente", explicou Douglas Santos.

Imagem ilustrativa da imagem Aposta de Ancelotti, Douglas Santos explica apoio tático a Vini Jr.
Douglas Santos em campo com a camisa da Seleção Brasileira - REUTERS/John Sibley/ Proibido reprodução

"Não vai existir jogo fácil"

Com um ponto no Grupo C, assim como o Marrocos, o Brasil volta a campo na sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), contra o Haiti, na Filadélfia. Este confronto apresenta a maior diferença de posições no ranking da Federação Internacional de Futebol (Fifa) desta Copa. A seleção brasileira ocupa o sexto lugar, enquanto a caribenha está na 83ª posição. Os haitianos, ainda sem pontos, foram derrotados pela Escócia por 1 a 0 na estreia, em Boston.

"Estamos falando de uma Copa do Mundo. Não vai existir jogo fácil. Muitos jogos têm sido equilibrados, com empates entre seleções de diferentes níveis. Precisamos estar preparados emocional e fisicamente para dar o nosso melhor, sabendo que será muito difícil", concluiu o lateral.

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Com informações da Agência Brasil