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Conmebol obriga clubes a ter equipe feminina para disputar o torneio

Gazeta Press

| Edição de 02 de outubro de 2016 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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A Conmebol arranjou uma forma própria de incentivar a prática do futebol feminino na América do Sul: todos os clubes que quiserem participar da edição masculina da Libertadores da América terão de manter ou se associar a quem mantenha uma equipe de mulheres a partir da edição de 2019, de acordo com regulamento publicado no site da entidade.

De acordo com o item D.04, que diz respeito a critérios desportivos, os clubes precisarão manter um elenco profissional de futebol feminino em atividade, disputando competições oficiais. Além disso, também deverão manter ao menos uma categoria de atletas amadoras, com menos de 18 anos.
A medida visa a impulsionar a modalidade feminina no continente e faz parte de um conjunto de ações que aumentou o número de clubes na Libertadores e promoverá algumas outras mudanças na forma de disputa do torneio. A previsão é que todo o projeto de reformulação do principal torneio de clubes da América do Sul esteja completo até 2020.
Tomando como base o Campeonato Brasileiro de futebol feminino, apenas cinco times da Série A (América-MG, Corinthians, Flamengo, Santos e Vitória) teriam condições de jogar a Copa Libertadores atualmente.