A temporada perfeita de Cristiano Ronaldo foi coroada ontem com o prêmio “The Best“, entregue pela Fifa ao melhor jogador do ano de 2016. Superando o argentino Lionel Messi e o francês Antoine Griezmann na final, CR7 chegou ao seu quarto prêmio.
Cristiano Ronaldo chegou ao evento em Zurique, na Suíça, acompanhado de seus familiares e vestindo um terno azul. Ao subir ao palco para receber a honraria das mãos de Gianni Infantino, presidente da Fifa, o gajo agradeceu aos fãs.
“Gostaria de agradecer em primeiro lugar aos meus companheiros de seleção e do Real Madrid, meus treinadores que eu queria que tivessem ganho, minha família, minha mãe, meus filhos, meus irmãos, meu staff… dizer que o ano de 2016 foi o melhor ano da minha carreira, haviam muitas dúvidas, mas o troféu me mostrou que as pessoas não são cegas. Não tinha dúvidas que eu deveria ter ganho, como ganhei, por ter um ano magnífico no nível pessoal e coletivo. Muito feliz por por todos que votaram em mim, os capitães, os treinadores. Não tenho o que dizer, os prêmios falam por si mesmo. Gostaria que o Messi estivesse aqui, junto com os jogadores do Barcelona, mas entendo o motivo. Não vou dar o grito hoje”, disse CR7, seguido por gritos de fãs e companheiros presentes.
MELHOR JOGADORA - A brasileira Marta não conseguiu conquistar o prêmio de melhor jogadora do mundo pela sexta vez. Ontem, a Fifa entregou o troféu de rainha do futebol feminino para a norte-americana Carli Loyd.
Figurando entre as três melhores jogadoras do mundo pela 12ª vez em um intervalo de 13 anos, não sendo finalista somente em 2015, Marta prefere olhar para toda a sua contribuição na modalidade, além de voltar a bater na tecla de que o futebol feminino precisa, ainda, desenvolver-se, com ênfase ao Brasil.
Já o italiano Claudio Ranieri venceu pela primeira vez em sua carreira o prêmio de melhor treinador do mundo. O técnico do campeão inglês Leicester bateu os adversários Zinedine Zidane, do Real Madrid, e Fernando Santos, de Portugal.