Longe do cotidiano dos gramados desde janeiro, quando deixou o comando da seleção chilena, Jorge Sampaoli ainda não decidiu qual será o seu projeto futuro. Em entrevista ao site da Fifa na última sexta-feira, o técnico argentino não negou que treinar a seleção de seu país é um dos maiores objetivos da carreira. No entanto, não especulou com relação à sucessão de Tata Martino.
“Qualquer treinador argentino que esteja dirigindo qualquer projeto esportivo no mundo, se é chamado para a seleção, não pode dizer não. É o máximo para qualquer um. Há que se estar animado sempre, mas é preciso ser coerente. Há processos que estão em andamento há tempos, nunca se sabe. Não depende de mim, mas se entrassem em contato, eu não poderia dizer não” comentou.
Responsável por conduzir o Chile ao primeiro título de Copa América da história, em 2015, Sampaoli resolveu abandonar o projeto no país andino – começado ainda em 2012 – após a divulgação do envolvimento de Sergio Jadue, presidente da Federação Chilena de Futebol, nos casos de corrupção que atrelavam os interesses de empresas de marketing e a venda de direitos de transmissão de torneios do futebol mundial.