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Mesmo sem título desde a era Senna, Brasil ainda é “time grande” na F-1

Folha Press

| Edição de 08 de novembro de 2017 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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Com o anúncio da aposentadoria de Felipe Massa na Fórmula 1, algo que parecia já há alguns anos ser uma questão de tempo se concretizará em 2018: pela primeira vez desde a estreia de Emerson Fittipaldi, em 1970, o Brasil não terá nenhum piloto na categoria. Mas isso representaria o fim do esporte no país? Os números e a vontade da Liberty Media, grupo que assumiu o controle da Fórmula 1 no início deste ano, levam a crer que não.

Os novos donos, liderados pelo chefe da parte administrativa, Sean Bratches, trabalham nos bastidores para renovar tanto o contrato do GP do Brasil, quanto o acordo de transmissão com a Globo.
Como tem acontecido em outros países, muito em função dos altos preços praticados pelo ex-chefão Bernie Ecclestone, tanto o promotor do GP do Brasil, quanto a Globo, tentam diminuir o valor de seus contratos.
Porém, é claro o interesse de Bratches em manter a presença da F-1 no Brasil mesmo que o país não tenha representantes. Isso porque, mesmo sem um título mundial desde o tricampeonato de Ayrton Senna em 1991, o Brasil segue como líder absoluto de audiência no mundo.