Tricampeão continental, o Palmeiras já pensa em 2022. O pensamento está, sobretudo, na disputa do Mundial de Clubes, nos Emirados Árabes Unidos, que será jogado entre os dias 3 e 12 de fevereiro. Até lá, o clube tem uma série de pendências importantes para resolver. A principal delas é a permanência de Abel Ferreira.
A tarefa de assegurar a continuidade de Abel e as outras missões caberão a Leila Pereira, presidente eleita que será empossada no dia 15 de dezembro. Agora, com o título assegurado, Leila e os outros dirigentes começam a organizar a casa de olho na próxima temporada.
E isso passa por, além de convencer Abel a ficar, definir as renovações ou não de Felipe Melo e Jailson, buscar reforços, emprestar ou vender alguns jogadores que pouco jogam e decidir se o diretor Anderson Barros continua no cargo.
A pendência mais importante certamente é definir a permanência de Abel. O treinador, que entrou para a lista dos grandes da Libertadores ao ganhar sua segunda taça continental, e isso de forma consecutiva, afirmou na coletiva após a vitória na final que precisa de um tempo para pensar. Embora o português tenha contrato até o final de 2022, sua manutenção não é certa porque está em seu limite físico e mental diante da maratona exaustiva de jogos do futebol brasileiro.
“Não consigo estar na minha máxima capacidade, ter a máxima energia, é desumano o que fazem aqui. Se quiserem crescer, teremos que ter espaço para descansar. Vou parar, refletir e decidir o que for melhor, sobretudo, para o Palmeiras”, avisou. Ele deixa claro que sente falta das filhas e da mulher.