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Palmeiras fecha contratação do jovem quarto-zagueiro Juninho do Coritiba

Gazeta Press

| Edição de 18 de maio de 2017 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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O Palmeiras anunciou a contratação do jovem quarto-zagueiro Juninho de maneira oficial. Principal patrocinadora do clube, a Crefisa contribuirá com metade do valor investido para trazer o jogador de 22 anos de idade, que estava no Coritiba.

Juninho assinou vínculo com o Palmeiras até abril de 2022. Para contratar o jogador do Coritiba, o clube precisará desembolsar 3 milhões de euros (R$ 10,3 milhões), dos quais 1,5 milhão de euros (R$ 5,16 milhões) serão proporcionados pela Crefisa.
Pela venda do zagueiro Vitor Hugo, a caminho da Fiorentina, a Crefisa teria direito a receber 1,5 milhão de euros, cifra que investiu para contratá-lo, em 2015. No entanto, segundo apurou a reportagem, a patrocinadora resolveu abrir mão temporariamente do montante, utilizado pelo clube para trazer Juninho. Caso o jogador seja negociado, a empresa pode recuperar o valor.
Apresentado na terça da semana passada, o técnico Cuca vem promovendo uma reformulação no elenco palmeirense. 
Na noite da última sexta-feira, o treinador encontrou Alexandre Mattos, diretor de futebol, e José Roberto Lamacchia, proprietário da Crefisa e conselheiro do clube, para discutir reforços. Desde a chegada de Cuca, o Palmeiras negociou em definitivo Alecsandro com o Coritiba e Rafael Marques, com o Cruzeiro. 

ALEXANDRE MATOS
Premiado como o melhor executivo do futebol brasileiro na 1ª Conferência Nacional de Futebol (Conafut), terça-feira, Alexandre Mattos arrancou gargalhadas da plateia ao se referir a Antônio Lopes, diretor do Botafogo que também concorria ao troféu. “Trabalhamos juntos no América-MG. Contratei ele como técnico. E demiti também!”, brincou o dirigente, muito mais sério ao falar sobre outra troca de comando que promoveu recentemente, a de Eduardo Baptista por Cuca.
“A gente não tem orgulho disso. A mudança de treinador mostra que alguns erros estavam acontecendo”, declarou Mattos, negando que tenha entrado em contato com Cuca antes da demissão de Eduardo Baptista. “Jamais, jamais. O Eduardo saiu na quinta-feira. A partir daí, na sexta, falamos com o Cuca. Foi muito rápido porque era um desejo muito forte”.