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Missa de 7º dia homenageia policiais mortos em operação no Rio

(via Agência Brasil)

| Edição de 06 de novembro de 2025 | Atualizado em 06 de novembro de 2025

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A missa de sétimo dia dos quatro policiais mortos na Operação Contenção foi realizada na última quinta-feira (6), no anfiteatro do Theatro Municipal do Rio. A cerimônia homenageou os agentes que perderam a vida durante a operação nos complexos da Penha e do Alemão, ocorrida em 28 de outubro.

Os Policiais Homenageados

Os quatro policiais mortos foram: o inspetor Marcus Vinicius de Carvalho, chefe de investigação da delegacia de Mesquita, na Baixada Fluminense; o policial civil Rodrigo Veloso Cabral, que havia sido nomeado há apenas 20 dias e estava lotado na delegacia da Pavuna; o militar do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Heber Carvalho da Fonseca, de 39 anos; e o sargento do Bope, Cleiton Serafim Gonçalves, de 37 anos.

Presenças e Homenagens

A cerimônia contou com a presença de familiares, colegas dos policiais, autoridades militares e o governador Cláudio Castro. Graziele de Souza Serafim, esposa do sargento Cleiton, relembrou que ele trabalhou como padeiro em Mendes antes de ingressar na Guarda Municipal de Volta Redonda, sempre com o sonho de integrar o Bope. "Ele morreu naquilo que ele acreditava. Ele deu a vida mesmo. Ele era o coração da nossa família", afirmou.

Palavras do Governador

O governador Cláudio Castro prestou homenagem aos policiais, chamando-os de "heróis" e destacou a continuidade da missão: "Temos uma missão. O movimento só começou. Não haverá retrocesso. Não haverá medo. E esse medo será transformado em coragem".

Declarações das Autoridades

O secretário da Polícia Militar, coronel Marcelo de Menezes, enfatizou que a ação policial não visava "buscar mortes", mas que as forças de segurança não recuarão no combate às facções criminosas. O secretário de Segurança Pública do Rio, Victor dos Santos, afirmou que "nenhuma morte será em vão".

Contexto da Operação

A operação resultou na morte de 121 pessoas, incluindo os quatro policiais. Esta ação contra a facção do Comando Vermelho é considerada a maior do estado nos últimos 15 anos e a mais letal na história do país.



Com informações da Agência Brasil