GERAL

min de leitura

Rio terá banco genético para ajudar na identificação de desaparecidos

(via Agência Brasil)

| Edição de 21 de março de 2026 | Atualizado em 21 de março de 2026

Fique por dentro do que acontece em Apucarana, Arapongas e região, assine a Tribuna do Norte.

O Rio de Janeiro está prestes a implementar um banco de perfis genéticos, uma iniciativa que visa fortalecer as investigações policiais e auxiliar na localização de pessoas desaparecidas. A medida foi oficializada pelo governador Cláudio Castro na última sexta-feira (20), e prevê a coleta, armazenamento e compartilhamento de dados de DNA.

Integração com a Rede Nacional

Este banco estadual será integrado à rede nacional já existente, seguindo as diretrizes do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Os perfis genéticos poderão ser adicionados em três situações específicas: para criminosos condenados por crimes hediondos ou com grave violência, mediante decisão judicial, e através da doação voluntária de familiares de desaparecidos.

Proteção e Sigilo dos Dados

A legislação estabelece que as informações armazenadas devem ser mantidas sob sigilo rigoroso. O acesso aos dados será controlado, e características físicas ou comportamentais das pessoas não serão reveladas. A identificação será restrita ao perfil genético e ao sexo biológico.

Condições para Exclusão de Dados

Em determinadas circunstâncias, como absolvição judicial, erro pericial ou extinção da punibilidade, os dados poderão ser removidos do sistema. Além disso, o titular das informações ou seu representante legal poderá solicitar a exclusão ou correção do registro.

Conformidade com a LGPD

O banco será adaptado à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), com a nomeação de um responsável pelo tratamento das informações e a implementação de medidas de segurança, transparência e prevenção de abusos.

O estado também poderá estabelecer parcerias com universidades e instituições de pesquisa para aprimorar o sistema, garantindo assim um avanço contínuo na tecnologia e na eficácia das investigações.

?

Com informações da Agência Brasil