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Apucaranenses engrossam a torcida canarinho na busca pelo hexa na Copa

Vitor Flores

| Edição de 10 de junho de 2026 | Atualizado em 10 de junho de 2026

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Às vésperas de a seleção brasileira estrear na Copa do Mundo de 2026 contra o Marrocos, no próximo sábado (13), em Nova Jersey (EUA), diversos brasileiros começam a desembarcar em solo norte-americano e, entre eles, há apucaranenses prontos para apoiar de perto o Brasil na busca pelo tão sonhado hexacampeonato. 

Com o cabelo tingido de verde e amarelo, o empresário Rafael Gracioli não esconde a empolgação de vivenciar a emoção do torneio diretamente das arquibancadas. Ele e a esposa, Amanda Mariano, integram um grupo de 10 pessoas que chegou aos Estados Unidos na última segunda-feira (8). A equipe tem presença garantida nas partidas do Brasil contra o Marrocos e contra o Haiti – este último confronto marcado para o dia 19 de junho, na Filadélfia.

O planejamento do casal, segundo Gracioli, começou há bastante tempo. “Eu amo futebol e era um sonho poder assistir, então juntamos com o fato de ser no Estados Unidos e está sendo maravilhoso”, relata o apucaranense, que também aproveitará o roteiro para fazer turismo no país.

Como forma de demonstrar apoio incondicional à seleção, o empresário decidiu mudar o visual e tingir o cabelo com as cores da bandeira do País. “Desde criança eu sempre tive vontade de pintar meu cabelo, sempre gostei de me vestir diferente, fazer coisas diferentes, e aí com oportunidade de vir a ideia veio na hora, clima de Copa e cabelo verde e amarelo, vai Brasil”, conta.

A paixão pelo futebol também carimbou o passaporte de outro apucaranense: o empresário Guilherme Estrope. Veterano de arquibancada, ele já acompanhou de perto as Copas da Rússia, em 2018, e do Catar, em 2022. “Vamos montar nossa ‘base’ no Texas, uma casa em Houston e outra em Dallas, para dar uma passeada e acompanhar os jogos”, afirma Estrope, que viaja acompanhado de familiares e amigos.

Estrope, no entanto, não verá a equipe canarinho na fase de grupos. O foco inicial do torcedor estará em outras grandes seleções da competição. “Não consegui ingresso para os jogos do Brasil da primeira fase e não tive coragem de pagar mais de 1,2 mil dólares de cambista, mas consegui comprar para ver duas partidas da Holanda, uma de Portugal, uma da Argentina e o ingresso da segunda fase do Brasil passando em primeiro”, explica.

Para Guilherme, o custo dos ingressos nesta edição sofreu uma inflação considerável. “Ingressos do Brasil, que antes custavam 400 dólares no mercado paralelo, estão vendendo por mais de 1 mil dólares”, avalia o empresário.

Um terceiro grupo de apucaranenses, composto por 10 pessoas, deve viajar na semana que vem aos Estados Unidos e percorrer em um motorhome os estados norte-americanos para assistir aos primeiros confrontos da seleção brasileira no Mundial.

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