O Governo do Estado do Paraná conta atualmente com três vezes mais pessoas privadas de liberdade inseridas no mercado de trabalho do que em comparação a 2015. Hoje, são 14.324 que exercem trabalhos em canteiros próprios do sistema prisional, cooperativas ou projetos de artesanato frente a 4.623 há dez anos. A Secretaria da Segurança Pública (SESP) tem ampliado as políticas e oportunidades de ressocialização. Do total de 14.324 pessoas, 5 mil estão trabalhando em empresas privadas e órgãos públicos.
Para aumentar a capacidade de custodiados trabalhando, a Polícia Penal do Paraná (PPPR) tem criado barracões para que essas pessoas exerçam as atividades, além de ampliar a parceria com empresários locais e implementação de Unidades de Progressão.
Todas as empresas que contratam a mão de obra prisional pagam ao preso 3/4 do salário mínimo. Desse valor, eles podem autorizar que um familiar saque até 80% do dinheiro. O restante fica em uma conta-poupança prisional do detento, que só poderá ser utilizada quando ele cumprir sua pena.
A Secretaria da Segurança Pública do Paraná também já foi contemplada com o Selo Nacional de Responsabilidade Social pelo Trabalho no Sistema Prisional (Resgata), um reconhecimento à oferta de atividades profissionais aos detentos.