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Temporais avançam com registro de até 37 mm de chuva na região

Da Redação

| Edição de 23 de outubro de 2026 | Atualizado em 23 de outubro de 2026

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As chuvas que atingem o Paraná já provocaram acumulados superiores a 30 milímetros em municípios da região de Apucarana. Em Marilândia do Sul, o volume chegou a 37,6 mm até as 14h45 desta sexta-feira (23), enquanto Mauá da Serra registrou 33 mm no mesmo período. Os dados são do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar). Em municípios como Ivaiporã e Faxinal houve registros de alagamentos.

A instabilidade ocorre em meio à formação de um ciclone, que levou à emissão de alertas de tempestades e vendavais. Os registros de Marilândia do Sul e Mauá da Serra estão entre os destaques regionais do levantamento meteorológico. Em Marilândia, a chuva também foi acompanhada de granizo em algumas localidades, e moradores receberam um alerta vermelho da Defesa Civil durante a manhã. Em Apucarana, segundo os dados oficiais, choveu 5,2 mm. Como a estação meteorológica fica na região do Distrito do Pirapó, os dados podem ser conflitantes

Em Ivaiporã, alagamentos fora registrados em diversos pontos da cidade e transtornos em prédios e estabelecimentos comerciais. O temporal começou pouco depois de a Defesa Civil do Paraná emitir, por volta das 9h30, um alerta aos moradores sobre o risco de precipitação forte e condições de tempo severo.

Em Faxinal, o fluxo intenso de água provocou novos danos em estradas rurais de Faxinal. A Secretaria Municipal de Obras e Viação realizou vistorias para identificar os pontos afetados, entre eles trechos com desbarrancamentos, danos nas cabeceiras de pontes, bueiros e caixas de contenção que transbordaram, além de locais onde a água passou sobre a pista.

Segundo o secretário municipal de Obras e Viação, Fabinho Moreira, os problemas foram identificados em diferentes regiões do município. Alguns dos trechos atingidos já haviam recebido serviços de manutenção nos últimos dias, mas voltaram a apresentar danos devido às novas precipitações. 

“Precisamos aguardar a estiagem para retomar os serviços em condições adequadas. Quando a estrada está muito úmida, a passagem de caminhões e tratores pesados pode aumentar os danos, fazendo o solo ceder e formando valetas”, explicou.