POLÍTICA

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Lula é reeleito para seu 4º mandato e faz história na política brasileira

Da Redação

| Edição de 26 de outubro de 2026 | Atualizado em 26 de outubro de 2026

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Imagem ilustrativa da imagem Lula é reeleito para seu 4º mandato e faz história na política brasileira
 

Ao terminar o segundo turno da eleição presidencial com 64.256.232 votos neste domingo (25), o presidente reeleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), conquistou a maior votação já obtida por um presidenciável na história do país. Reeleito para seu quarto mandato que assume no próximo dia 5 de janeiro, Lula também é o primeiro presidente a conseguir virar o resultado do primeiro turno e, com 80 anos, é o presidente mais velho eleito no Brasil.

Lula saiu de uma desvantagem de 2,2 milhões de votos para Flávio Bolsonaro no primeiro turno, a menor desde a redemocratização, para uma vantagem de 4,4 milhões no segundo. Uma virada de 6,6 milhões de votos na diferença entre os candidatos.

Com 100% das seções apuradas, o presidente recebeu 64.256.232 votos, ou 51,79% dos válidos, contra 59.826.041 de Flávio, equivalente a 48,21%.

Os mais de 64 milhões de votos de Lula superam o recorde que já pertencia a ele, ao vencer a eleição de 2022 no segundo turno com mais de 60 milhões de votos, impedindo a reeleição de Jair Bolsonaro.

Para chegar à vitória, Lula conquistou 10,3 milhões de votos a mais entre os dois turnos, quase três vezes o crescimento de Flávio Bolsonaro, que ganhou 3,7 milhões. Do total de votos adicionais recebidos pelos dois candidatos, 73,6% foram para o petista.

Em primeiro discurso após a vitória nas eleições presidenciais deste domingo (25), o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, agradeceu ao povo brasileiro pela generosidade e afirmou que teve que vencer a interferência das plataformas digitais vinda do exterior. Lula disse que terá que regulá-las em seu novo mandato. 

“É uma eleição em que a gente teve que vencer a intromissão vinda de fora para dentro através de plataformas digitais, que nós vamos ter que regulá-las. Não é possível que a gente não tenha consciência que o crime no mundo digital tem que ser tratado igual crime na vida real”, disse.