O número de mortes que ocorre no País é simplesmente assustador (homicídio e latrocínio)! A meu ver, várias são as causas dessa matança incontrolável, desigual, com a omissão e a indiferença dos nossos legisladores federais e a leniência presidencial que atravessa os ares republicanos em relação à guarda das fronteiras, a saber: a impunidade dos infratores; a presença das drogas nos ambientes; a facilidade com que entram as armas contrabandeadas; acentuados desníveis sociais e econômicos; ausência de políticas públicas com o objetivo de interação social, por meio de fontes de lazer e de cultura, ao de lado de ensino de qualidade e formação profissional; desarranjos e conflitos familiares; programas televisivos patrocinando a discórdia e os conflitos (novelas, por exemplo). Em meio a isso, temos a subserviência do poder a privilégios, ao corporativismo e ao patrimonialismo (o Estado a serviço de interesses particulares).
A título de exemplo, é de ser registrado que mais de 1/3 da concentração de renda registrada no País se deve a atuação governamental, pelas razões já explicitadas neste texto... Enquanto isso, na era Lula/Dilma essa situação se agravou ainda mais, porque em torno de 1,3 bilhão de reais foram repassados para os países companheiros de ideologia (Venezuela, Cuba, Bolívia, Nicarágua, Guatemala, Angola, Moçambique e África do Sul)... E nada para melhorar o saneamento básico das populações periféricas, cuja ausência é sabidamente o mais alarmante agente de poluição do ambiente e responsável por mortes dos nascituros.
Já sobre o mito do desarmamento, tese abraçada aguerridamente pela esquerda, existe indiscutível lógica nas suas ações. Querem mesmo é ver o povo desarmado para não encontrar nenhuma resistência em suas ações. Já, os exércitos e as milícias da Nicarágua e da Venezuela, por exemplo, estão armados até os dentes para matar inocentes que se opõem à destruição do seu País, tudo isso sob a inspiração do Foro de São Paulo (o acerto de Lula e Fidel Castro para conduzir a América latina ao “paraíso socialista”).
A bem da verdade, todo cidadão acima de 18 anos deveria ser autorizado a promover a sua defesa pessoal por meio de porte de arma, diante de situações ensejadoras desse direito, quais sejam: no interior das residências; por motivo de viagem cujo trajeto sugere essa cautela; por residir em locais ermos, afastados dos centros urbanos, tais como chácaras, sítios e fazendas; por exercer uma profissão cuja natureza indica essa providência; por ameaça à vida do portador, desde que registre esse fato nas delegacias policiais, com detalhes da situação e, ainda, com provas, se possível, e assim por diante... E quais seriam as exigências restritivas? Vamos a elas: possuir o registro da arma, mediante nota fiscal; ter concluído curso de treinamento e aprendizagem de tiro; obter atestado de bons antecedentes; ter passado por testes psicológicos. Que fique claro: o porte de arma é um instrumento da legitima defesa e não mais...
Fato registrado estatisticamente: 63.880 mil mortes de inocentes ocorreram no País em 2017. Essa é uma realidade dinâmica, pois cresce, ano após ano o morticínio, o que demonstra que a tese dos desarmamentistas, na prática, não tem dado certo... Certo mesmo tem dado é para os incontidos infratores!