O exercício da política é de uma nobreza tão profunda e digna, porque está possibilitando ao candidato em receber a confiança e o crédito de uma comunidade que tem anseios para que a represente de maneira digna e honrada. O poder fascina, dá status, vaidade e opulência.
Diga-se de passagem, que há políticos honrados, respeitados e dignos no exercício de suas funções, porque se dedicam, freneticamente, para o bem estar da comunidade que representa. Percebe-se que são minorias. Boa parte dos políticos é gananciosa e se prevalecem dos cargos para se beneficiar não só a si como para seus apadrinhados.
O político no período pré-eleitoral toma atitudes esquisitas quando abraça as pessoas, toma cafezinho, dá beijos, promete o “mundo e o fundo” como forma de mostrar sua simpatia e confiança e, depois, de eleito dá um belo “tchau” e, nem sequer, agradece quem o elegeu; desaparece de seu reduto eleitoral com medo de ser cobrado do que prometeu.
Grande parte do eleitorado, sub-repticiamente, vê nisso uma grande traição e desolado porque foi traído em sua intenção de estar escolhendo o melhor.
No atual momento político brasileiro quem acompanha a TV e os jornais, os noticiários e transmissões pela TV, está vivenciando uma verdadeira baderna: xingações, baixarias, desrespeitos para com seus pares e etc. As sessões são truncadas e tumultuadas. Vivem-se momentos de tensão econômico-financeiro-político e os nossos representantes estão no “salve-se quem puder” cada qual pensando em si. É incrível o que está acontecendo e até inacreditável pela postura ridícula dos parlamentares. Seja lá o que for que acontecendo e não há como negar a gravidade da situação; buscar soluções é o que interessa e encarar os problemas de frente e buscar o consenso para solucioná-los e entender que o povo não suporta mais esse “disque-disque”. Parlamentares que chegam às vias de fato e pelo que se percebe não visando os interesses e solução dos problemas nacionais, e, sim, os seus interesses.
Gente do céu, sintonizem as TVs, leiam jornais e ouçam as rádios, para que todos avaliem comportamento dos parlamentares que só estão pensando em manter seu “status quo”. Neste exato momento, não importa o partido de quem quer seja, ou suas tendências políticas o que interessa é resolver o problema do Brasil da melhor maneira possível para que se tenha paz, progresso e respeito. O desemprego ronda a casa do trabalhador, inflação subindo, carestia etc. afligem a população brasileira. Os parlamentares devem despir-se de suas vaidades, não pensando em si e, sim, na coletividade, porque, no atual momento, urge soluções rápidas e práticas e não ficar com devaneios e não ficar esquivando-se na buscar soluções e a praticidade do bem estar do brasileiro sofrido e desejoso de paz, trabalho e o bem estar de si e de sua família.
Não chorar o leite derramado e que se quer agora que todos entendam a gravidade brasileira, não buscar a caça às bruxas. Congraçar-se num único objetivo de buscar soluções positivas para que o povo sofrido brasileiro tenha paz, emprego, alegria e sinta que dias melhores estão por vir. Viva o Brasil.
Senhores parlamentares desçam de suas tribunas e dispam-se de suas vaidades, e façam como no período pré-eleitoral visitem suas bases eleitorais para sentirem a verdadeira angústia e o desespero do trabalhador que está sem rumos; é preocupante e alarmante a situação; é neste hora de aflição que se poderá avaliar verdadeiramente o prestígio e a competência para dar soluções concretas e positivas.
Deixem o ar condicionado de seus gabinetes e venham afagar o choro e o clamor do povo humilde e tão carente e necessitado, neste momento, tão difícil porque passa a família brasileira.