Somos expostos todos os dias a um bombardeio de informações e, muitas vezes, não sabemos onde está a razão. Vejamos a pandemia do coronavírus: temos um inimigo invisível, que tem trazido muito medo para a grande maioria das pessoas, embora alguns de nós não levam muito a sério. As perguntas que temos ouvido de nossos amigos e pacientes são: essa doença é tudo isso que estão falando? Vamos todos morrer de Covid-19?
A resposta é não. Como toda doença viral, muitos infectados não terão sintomas ou sofrerão de pequenos desconfortos, aquela tal gripezinha de que ouvimos falar no início do ano. Porém, existe uma taxa de mortalidade em torno de 3%. Considerando que cada vida é valiosa e que, para esta doença, ainda não temos a vacina e nem mesmo um tratamento eficiente, o que nos resta? Nossa segurança depende da prevenção.
Mas o que realmente previne a infecção pelo coronavírus? O ideal seria não entrar em contato com ele. Ou, se não for possível, reduzir o contágio da população, para que aquele percentual que vai adoecer gravemente tenha leitos hospitalares e pessoal treinado para atende-los, nos momentos que isso se fizer necessário.
Quais são as medidas efetivas que previnem a doença?
Primeiro, o distanciamento social: evitar contato físico como: beijos, abraços e apertos de mão. O vírus é transmitido pelas gotículas de saliva que emitimos ao respirar, tossir ou espirrar, mas elas não permanecem no ar, indo ao chão em menos que um metro e meio após saírem de nossa boca. Logo, se mantivermos a distância de 2 metros das outras pessoas, reduzimos em muito o risco de contágio.
Em segundo lugar, o uso de máscaras, com o objetivo de reter as gotículas de saliva que emitimos ao falar e expirar e também impedir que as gotículas emitidas por outras pessoas penetrem em nosso organismo pela boa e nariz.
Por fim, a higiene pessoal. Lavar as mãos com água e sabão frequentemente e uso de álcool em gel 70% nos casos em que um local adequado para a lavagem das mãos não estiver disponível.
É importante lavar as mãos ou usar o álcool em gel todas as vezes que tocarmos uma superfície que pode estar contaminada, por exemplo corrimão de escadas, trincos das portas, cadeiras, mesas, telefones etc.
Finalmente, é mais fácil colocar essas orientações em prática estando no interior de nossas casas, mas para quem necessita sair de casa, estes itens elencados são fatores que reduzem o risco de contágio e devem ser respeitados por todos.
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