OPINIÃO

min de leitura - #

Curisco na Política

Curisco Campoy

| Edição de 21 de julho de 2020 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

Fique por dentro do que acontece em Apucarana, Arapongas e região, assine a Tribuna do Norte.

Prefeitos e o Covid-19 
Os prefeitos candidatos a reeleição ganharam muita popularidade no combate ao Coronavírus e este fato pode lhes favorecer para a reeleição. O professor Fernando Schuler, do instituto “Insper”, lembra que a ampla exposição dos prefeitos no combate ao vírus pode gerar o que ele chama de efeito Rudolph Giuliani, referência ao ex-prefeito de Nova York que ganhou popularidade em meio ao caos após os ataques terroristas em 2001. A pandemia proporciona um efeito de dramaticidade à política e os prefeitos estão se destacando pelo poder de decisão durante o surto. Com isso, aumentam seus poderes, bem como suas relevâncias políticas. Agora precisam transformar esta exposição obtida em votos. 

Ricardo Barros candidato 
O ex-prefeito e ex-ministro da Saúde, Ricardo Barros (foto), deve ser candidato a prefeito de Maringá. Ricardo está no PP, hoje é homem forte no Congresso e junto ao presidente Jair Bolsonaro. O seu nome mexe com toda a eleição e Maringá.

Pesquisas
O instituto Paraná Pesquisas apontou em seu último levantamento que Ratinho Júnior tem 74,2% de aprovação no estado, enquanto o presidente Bolsonaro tem 57,9% no Paraná. A pergunta que fica é o que eles ajudam nas eleições municipais. Em Apucarana, Ratinho Júnior apoia Júnior da Femac do seu partido, enquanto André Romagnol tem o apoio dos simpatizantes de Bolsonaro.

Molina vai mostrar
Um grande amigo do presidente Molina disse que ele estaria convencido que mostrar as funções gratificadas seria muito bom para seu mandato transparente. Molina estaria disposto a mostrar a lista já na volta do recesso da Câmara Municipal.
# MostraMolina.

Você votou em quem?
Lembram em quem vocês votaram na última eleição? Segundo pesquisas, muitos eleitores já esqueceram dos seus votos em 2016. Os candidatos terão que resgatar novamente seus eleitores. O período de campanha é curto, só 35 dias, e, em tempos de pandemia, pior ainda.