Uma das principais demandas da Prefeitura de Apucarana nos últimos anos, em relação à situação viária do município, começa a sair do papel: a duplicação das entradas da cidade. De extrema importância para o desenvolvimento de Apucarana, os trechos sofrem com a grande quantidade de veículos, principalmente por se tratarem de rotas de escoamento e chegada de produtos.
A reportagem publicada na edição de ontem da Tribuna dá detalhes do que deverá ser a primeira entrada da cidade: a BR-376, que liga Apucarana ao sul do estado, em direção à capital, Curitiba. A obra terá 2,5 quilômetros de extensão e custo total de R$ 6 milhões. Há ainda a previsão de quatro grandes melhorias no trecho, já previstas pelo projeto.
Moradores do Conjunto Habitacional Adriano Correia e região deverão estar entre os maiores beneficiados pelas obras. São milhares de pessoas, que vivem em uma área de franca expansão e que ganharão rotatória, dois pontos de retorno (na altura do Estádio Olímpio Barreto e próximo ao novo viaduto de ligação ao Contorno Sul) e acesso seguro à Unespar. Os custos serão do Governo do Estado, que já autorizou a obra.
Também existe a expectativa de duplicar as outras duas entradas da cidade: uma em direção a Maringá e outra, que leva a Londrina. Estas obras, tidas como complexas, são buscadas com afinco desde o início da gestão Beto Preto, hoje secretário estadual de Saúde. Desde que entrou na administração municipal, ele destacou a importância destas obras, que ajudariam a fazer com que o trânsito das avenidas Governador Roberto da Silveira e Minas Gerais possa fluir melhor. Tal visão foi mantida pelo atual prefeito Junior da Femac, culminando no projeto recebendo o ‘sinal verde’ do governo Ratinho Junior.
Mesmo difíceis, as duplicações destes trechos começam a se tornar possíveis. A possibilidade real de que a primeira das três entradas da cidade receba as tão esperadas melhorias pode ser encarada com otimismo, aumentando as chances de que os outros trechos também sejam duplicados em breve. Como resultado, todos os que trafegam para entrar ou sair da cidade ganham mais segurança e conforto, principalmente quem vive nos bairros mais afastados e que é obrigado a transitar diariamente por estes trechos de rodovia para trabalhar ou estudar.