A médica pediatra Beatriz Beltrame afirma: A microcefalia é uma doença em que a cabeça e o cérebro das crianças são menores que o normal para a sua idade, influenciando o seu desenvolvimento mental. Geralmente, a microcefalia está presente quando o tamanho da cabeça de uma criança com um ano e três meses é menor que 42 centímetros. Isto ocorre porque os ossos da cabeça, que ao nascimento estão separados, se unem muito cedo, impedindo que o cérebro cresça normalmente.
A microcefalia é uma doença grave, que não tem cura, e a criança que a possui pode precisar de cuidados por toda a vida, sendo dependente para comer, se mover e fazer suas necessidades, dependendo da gravidade da microcefalia que possui e se ela possui outras síndromes além da microcefalia.
Portanto, microcefalia ou microencefalia é cérebro pequeno; vejamos a sua origem, sempre acontece em epidemias regionais, hoje em dia, em grande escala no nordeste brasileiro; não é só o Zika vírus causador da doença microencefalia, existem outros fatores, não é falta de medicamentos, mas sim falta de alimentos; ou seja, a falta de inclusão de proteínas animal para a gestante se alimentar, nos três primeiros meses de gestação se a gestante tivesse se nutrido no inicio da gestação, não haveria a microencefalia, portanto, e ponto capital que a gestante, no início da geração da prole, tenha ração balanceada de proteína animal.
A proteína animal pode ser acrescentada com diversos tipos de carne, como, a carne de suíno, de galináceos, bovina, caprina, ovina ou de peixes.
No nordeste brasileiro há suínos de criação caseira, que pode ser aproveitado pelas gestantes como proteína para sua gravidez; o porco pode se aproveitar de tudo, como o torresmo (torresminho), a banha, o toucinho, a carne e etc. Esses natos microcéfalos teriam nascidos sem essa anomalia, isto é cérebro normal acima de 33 centímetros, se alimentado com proteínas animais.
Lembre-se da lida de porcos por nossos antepassados, em nossa região, as gestantes se alimentavam do essencial alimento para formação do cérebro e do feto. A ração simples arroz, feijão, e um pouquinho de proteína animal, carne de porco e o essencial toicinho frito (torresmo) e não se esqueça o arroz e os feijões eram temperados com gordura de porco.
Nos primeiros 40 dias de amamentação a mãe se alimentava com caldo de galinha gorda nauseante alimento rico em proteínas animal.
Com esta alimentação via mamadas inicial de vida rica em proteínas, lipídios consolidava a formação do cérebro em seu tamanho normal.
Da essencialidade da gordura- lembre-se o ferro em seu estado (bruto) nato só se transforma em aço com banho de gordura que libera uma quantidade de nitrogênio.
O nosso cérebro é composto de todos os elementos que existem no universo e na natureza. Alimente melhor aqueles nossos irmãos e faça deles juventude macrocefala.