Em ato realizado na tarde de ontem, na Superintendência Regional da Caixa Econômica Federal (CEF), em Londrina, o prefeito Beto Preto (PT), acompanhado dos secretários da fazenda, Marcello Augusto Machado, e de obras, Herivelto Moreno, assinou o contrato de compra de uma área de 7 mil metros quadrados, contendo em um barracão de 3 mil metros quadrados, que pertencia à extinta Rede ferroviária Federal.
O imóvel, localizado na Barra Funda, junto aos trilhos da linha férrea, irá passar por uma completa revisão de suas instalações hidráulicas e elétricas, além de receber divisórias e melhorias em geral. “Neste local iremos instalar o Polo das Facções que, de início, irá abrigar 25 facções de fundo de quintal, que virão para o barracão já formalizadas”, anuncia Beto Preto.
Ele acrescenta que este trabalho de orientação e convencimento para que as empresas saiam da clandestinidade, vem tedo uma forte atuação em Apucarana, mediante parcerias firmadas com a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Apucarana (Acia), do Sindicato das Indústrias do Vestuário de Apucarana e do Vale do Ivaí (Sivale) e do Arranjo Produtivo Local (APL) do Boné.
Infelizmente, segundo ele, Apucarana perde muito de seu potencial econômico, em função da clandestinidade. “Se tais empresas fossem legalizadas, o nosso PIB per capita seria bem melhor, e da mesma forma o nosso potencial de consumo”, argumenta o prefeito.
No Polo da Facções, conforme explica Beto Preto, a prefeitura, por meio da Secretaria de Indústria e Comércio, pretende criar um modelo de trabalho cooperativo. “A ideia é planejar uma linha de produção, com todos os segmentos da cadeia produtiva, incluindo os setores de corte, costura e acabamento, como forma de reduzir custos e viabilizar os negócios”, informa Beto Preto.