POLÍTICA

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Apucarana adquire barracão para fábricas

Da Redação

| Edição de 01 de dezembro de 2015 | Atualizado em 02 de dezembro de 2016

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Em ato realizado na tarde de ontem, na Superintendência Regional da Caixa Econômica Federal (CEF), em Londrina, o prefeito Beto Preto (PT), acompanhado dos secretários da fazenda, Marcello Augusto Machado, e de obras, Herivelto Moreno, assinou o contrato de compra de uma área de 7 mil metros quadrados, contendo em um barracão de 3 mil metros quadrados, que pertencia à extinta Rede ferroviária Federal.

Imagem ilustrativa da imagem Apucarana adquire barracão para fábricas
Pela CEF, que será gestora do contrato e repassadora dos valores à Secretaria de Patrimônio da União (SPU), o documento foi assinado pelo superintendente regional, Élcio José de Lara Coelho. Pelo imóvel o Município pagará R$ 1.131.000,00, sendo R$ 56.000,00 à vista, e o restante em 10 anos, com parcelas de R$ 14.302,76.

O imóvel, localizado na Barra Funda, junto aos trilhos da linha férrea, irá passar por uma completa revisão de suas instalações hidráulicas e elétricas, além de receber divisórias e melhorias em geral. “Neste local iremos instalar o Polo das Facções que, de início, irá abrigar 25 facções de fundo de quintal, que virão para o barracão já formalizadas”, anuncia Beto Preto.

Ele acrescenta que este trabalho de orientação e convencimento para que as empresas saiam da clandestinidade, vem tedo uma forte atuação em Apucarana, mediante parcerias firmadas com a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Apucarana (Acia), do Sindicato das Indústrias do Vestuário de Apucarana e do Vale do Ivaí (Sivale) e do Arranjo Produtivo Local (APL) do Boné.

Infelizmente, segundo ele, Apucarana perde muito de seu potencial econômico, em função da clandestinidade. “Se tais empresas fossem legalizadas, o nosso PIB per capita seria bem melhor, e da mesma forma o nosso potencial de consumo”, argumenta o prefeito.

No Polo da Facções, conforme explica Beto Preto, a prefeitura, por meio da Secretaria de Indústria e Comércio, pretende criar um modelo de trabalho cooperativo. “A ideia é planejar uma linha de produção, com todos os segmentos da cadeia produtiva, incluindo os setores de corte, costura e acabamento, como forma de reduzir custos e viabilizar os negócios”, informa Beto Preto.