POLÍTICA

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Assembleia convoca Bazana para assumir vaga de deputado

DA REDAÇÃO

| Edição de 04 de novembro de 2021 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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O presidente da Assembleia Legislativa, Ademar Traiano (PSDB), leu na sessão desta quarta-feira a notificação do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE/PR) sobre a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de cassar o mandato do deputado Delegado Francischini (PSL). O TSE determinou também a anulação dos mais de 400 mil votos recebidos por Francischini, e com isso, o recálculo do quociente eleitoral. Diante da decisão, o presidente da Assembleia declarou a vacância de quatro mandatos parlamentares e realizou a convocação dos deputados suplentes.

Além de Francischini, também deixam a Assembleia os deputados Emerson Bacil (PSL), Do Carmo (PSL) e Cassiano Caron (PSL). Assumem as vagas Adelino Ribeiro (Patriotas), Nereu Moura (MDB), Elio Rusch (DEM) e o araponguense Pedro Paulo Bazana (PV). Traiano convocou os novos parlamentares para assumirem os mandatos na sessão ordinária da próxima segunda-feira (8).
Bazana, que é presidente da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), de Arapongas, está animado com a possibilidade de cumprir um bom mandato na Assembleia Legislativa.
Ele já participou de três campanhas eleitorais de deputado estadual, sempre ficando na suplência. Nesta última de 2018 fez 21.145 votos. Ele fez votos em 325 municípios do Paraná, contando com o apoio das Apaes, entidades em que atua há mais de vinte anos.
Bazana se propõe a trabalhar em favor da educação especial e, ao mesmo tempo, na defesa dos interesses de todos os paranaenses em diferentes setores. “Quero agradecer a todos os eleitores que confiaram em minha pessoa e acreditam no nosso trabalho”, diz ele.
Dos quatro suplentes que vão assumir a Assembleia Legislativa, Bazana é o único que nunca foi deputado estadual. Ele foi vice-prefeito de Arapongas na gestão do Padre Beffa. Em 2020, foi candidato a prefeito de Arapongas, não sendo eleito.

CASSAÇÃO
Francischini teve o mandato cassado pelo TSE numa Ação de Investigação Eleitoral em que ele foi denunciado pelo Ministério Público Eleitoral de ter propagado notícias falsas sobre as urnas eletrônicas nas eleições de 2018.
A decisão ocorreu no último dia 28, condenando o parlamentar por “uso indevido dos meios de comunicação, além de abuso de poder político e de autoridade, práticas ilegais previstas no artigo 22 da Lei Complementar nº 64/1990”, segundo o TSE.