POLÍTICA

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Candidata defende mandatos com conhecimento de saúde

Claudemir hauptmann

| Edição de 08 de setembro de 2022 | Atualizado em 08 de setembro de 2022
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Angélica Ferreira, a Angélica Enfermeira, como é mais conhecida a ex-vereadora de dois mandatos em Arapongas, afirma que o País precisa eleger, em 2022, mais profissionais e políticos que, de fato, entendam de saúde pública e de gestão de saúde. Ela é candidata a deputada federal pelo PROS e participa da rodada de entrevistas que o TNonline e a Tribuna fazem com os candidatos por Arapongas, Apucarana e região.

Para Angélica Enfermeira, a pandemia mostrou a importância de se ter mandatos com políticos que conheçam mais profundamente a área. “Se tivesse mais gente com conhecimento de gestão de saúde, teríamos evoluído mais rápido e melhor e o impacto da pandemia teria sido mais ameno”, diz a profissional. Ela lembra que a deficiência de conhecimentos sobre saúde retardou ações estratégicas, como a aquisição de vacinas e de outros componentes de relevância para o enfrentamento da crise, inclusive na área industrial, quando a pandemia revelou que muitos insumos não eram produzidos no país. Ela diz que é vital que os políticos conheçam mais sobre o tema até para se construir políticas públicas e ações que permitam redimensionar e revisar os programas para melhor atender a demanda social.

Angélica Enfermeira afirma que uma das prioridades nos debates sobre saúde é atuar na área preventiva, como forma de permitir, no futuro, aliviar a pressão dos serviços de atenção primária, de médias e altas complexidades. “A medicina que praticamos hoje é curativa, que é como ficar enxugando gelo. Precisamos avançar na estrutura para atuar mais estrategicamente na prevenção e não apenas na cura”, explica.

Ainda na área de saúde, a candidata a deputada federal, que vem trabalhando em pelo menos 20 cidades, locais onde atuou nos últimos dois anos com ações de gestão na área de saúde, junto a hospitais, prioriza a descentralização dos serviços de saúde mental, para chegar efetivamente às comunidades e no acesso das pessoas com deficiência (PCDs) aos serviços especializados.

Fora da área de saúde, Angélica ainda prioriza a luta pela qualidade de vida das pessoas, pelo estímulo à geração de emprego e renda, através da criação de pequenas cooperativas nas comunidades e o combate à corrupção.