POLÍTICA

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coluna da Tribuna

DA REDAÇÃO

| Edição de 12 de março de 2021 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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Recebeu e sancionou 

O prefeito Junior da Femac (PSD) recebeu na tarde de ontem, das mãos do presidente da Câmara, Franciley Preto Godói Poim (PSD), projeto de lei aprovado pelos vereadores que autoriza Apucarana a participar do Consórcio de Municípios para compra de vacinas contra a Covid-19. Assim que recebeu, o prefeito já sancionou a lei e mandou publicar no diário oficial. “Agradeço a aprovação da matéria por unanimidade. Agora vamos aguardar os demais procedimentos burocráticos, visando dar legalidade à atuação do consórcio liderado pela Frente Nacional de Prefeitos”, comentou. Ele lembrou que, por iniciativa dos próprios vereadores, as sobras de recursos da Câmara serão repassadas para a compra de vacinas. 

Projeto proíbe rojões
Proibir a utilização de fogos de artifício com estampido em todo o Estado. É o que preveem projetos de lei que tramitam na Assembleia Legislativa. As propostas são assinadas pelos deputados Cobra Repórter (PSD), Cantora Mara Lima (PSC) e Tercilio Turini (CDN). O texto apresentado por Mara Lima cria uma nova lei proibindo a queima e a soltura de fogos de artifícios e artefatos pirotécnicos de alto impacto ou com efeitos de tiro no Estado, assim como o projeto do deputado Cobra Repórter (PSD). Já a proposta de Turini altera a Lei Estadual 13.758/2002, que dispõe sobre a instalação de fábricas de fogos de artifício, bem como a fiscalização e comercialização de seus produtos.
Padre ameniza polêmica 
O padre Adenilson Malta Pedroso, de Lidianópolis, gravou vídeo ontem amenizando a polêmica entre ele e o prefeito Adauto Mandu (Podemos), a quem ele respeita muito, sobre medidas restritivas de combate ao coronavírus. O padre havia dito que se fechar a Igreja quem vai dominar a cidade é o demônio. No vídeo, o padre explica que é preciso zelar pela religião, “porque o demônio está sempre nos rodeando como um leão a rugir querendo nos devorar”. Segundo ele, o demônio está sempre esperando por uma brecha. “Caso dificultemos nossa ligação com Deus, ele aproveita para dominar nosso ambiente e nossa vida com um único objetivo: levar as almas para o inferno”, explicou.

Agora é de oposição
O partido Novo apresentou, em nível nacional, novas diretrizes de atuação da legenda e se colocou como oposição ao governo de Jair Bolsonaro. De viés liberal e com foco em pautas econômicas, a legenda fundada em 2011 estreou na Câmara dos Deputados na eleição de 2018, com uma bancada com oito nomes. A nova diretriz partidária do Novo diz que a legenda posiciona-se como oposição ao atual Governo Federal. “Orientação esta que norteará desde já tanto nossas posições institucionais quanto nossas candidaturas para 2022”, afirma o documento. Para a definição da nova postura, o partido cita, entre outras situações, o abandono das políticas anticorrupção.