Recesso na Câmara
A Câmara de Apucarana entrou no recesso parlamentar no último dia 21 e volta a realizar sessões ordinárias somente no dia 7 de fevereiro de 2022. O presidente do Legislativo, vereador Franciley Preto Godói Poim (PSD), informa que até lá a Câmara estará cumprindo o recesso parlamentar que estabelece a Lei Orgânica do Município, combinado com o Regimento Interno. Ele frisa, no entanto, que neste período apenas não haverá sessões ordinárias. A Câmara e os gabinetes dos vereadores estarão atendendo normalmente à população. Sessões extraordinárias poderão ser convocadas a pedido do Executivo para aprovação de matérias de urgência.
Urnas eletrônicas
A empresa Positivo Tecnologia anunciou que foi confirmada como vencedora do processo licitatório para produção e fornecimento de urnas eletrônicas para o pleito de 2022. A concorrência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) compreende o fornecimento de até 176 mil urnas eletrônicas e demais produtos e serviços, com o valor global de R$ 1,179 bilhão. A companhia diz que será convocada após publicação do resultado do certame pelo TSE no Diário Oficial, para a assinatura da Ata de Registro de Preços, cujo prazo de validade é de 12 meses. O TSE garante que as urnas a serem utilizadas no pleito de 2022 são modernas, confiáveis e mais ágeis.
Aumento não garantido
O impasse em torno da correção salarial para os servidores federais pode levar o governo a não promover o aumento prometido na remuneração dos policiais, disse o líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP-PR) ao blog do Sylvio Costa, do site Congresso em Foco. “O governo tomou a decisão política, o recurso entrou no orçamento, mas não carimbou para quem vai o dinheiro. Evidente que uma possibilidade é não ter aumento para ninguém. Vamos aguardar a evolução do assunto”, afirmou. No Ministério da Economia, onde o ministro Paulo Guedes e sua equipe se opõem a qualquer reajuste para servidores, a ideia de descartar reposições salariais em 2022 tem forte apoio.
Bolsonaro rejeita vacina
Apesar da recomendação de especialistas e a aprovação da Anvisa, o presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta segunda-feira que as mortes de crianças por covid-19 não justificam a adoção de uma vacina contra a doença. Bolsonaro também informou que não vai imunizar sua filha Laura, de 11 anos. “Não vêm morrendo crianças que justifiquem uma vacina”, declarou em entrevista às emissoras CNN Brasil e SBT, após chegar a São Francisco do Sul, Santa Catarina, onde passará a festa de ano-novo. “Minha filha não vai se vacinar, vou deixar bem claro”, acrescentou. Antes, ele disse que iria discutir o assunto com a primeira-dama Michelle.