POLÍTICA

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Deputado contesta pesquisa que não aparece o seu nome

DA REDAÇÃO

| Edição de 05 de março de 2022 | Atualizado em 17 de março de 2022

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O deputado federal Filipe Barros (PSL), de Londrina, tentou embargar na justiça do Paraná a publicação da pesquisa de intenções de voto realizada pelo Instituto Radar Inteligência. O deputado, que é pré-candidato ao governo do Estado, não foi considerado na sondagem, que só apresentou as pré-candidaturas do governador Ratinho Júnior (PSD), do ex-governador Roberto Requião (sem partido) e do atual prefeito de Guarapuava, César Silvestre Filho (PSDB). “Infelizmente, a justiça entende que o instituto não era obrigado a colocar todos os pré-candidatos no cenário pesquisado”, comenta. 

O deputado entrou com representação junto ao Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE/PR) , pedindo liminarmente a suspensão da publicação da pesquisa que, segundo ele, teria ferido a isonomia entre as pré-candidaturas e também o direito à informação por parte do público. A representação não foi acolhida pelo TRE.
Filipe Barros, no entanto, contesta a análise dos indicativos da pesquisa, que apontaria para uma possível reeleição do governador já em primeiro turno, com 50,1% dos votos válidos. Pela pesquisa, Roberto Requião teria 19,8% das intenções de voto e César Silvestri, 3%. A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais para mais ou para menos. “A margem de erro da pesquisa já tira a possibilidade do segundo turno. E sem falsa modéstia, com meu nome entre os pré-candidatos, teríamos segundo turno, seguramente”, diz.
“Estou percorrendo o Paraná e priorizo um diálogo com todas as forças, com nossa gente, para encontrarmos os melhores caminhos para solucionar as demandas do nosso Estado. Minha pré-candidatura é para valer”, reforça. (CLAUDEMIR RAUPTMANN)