O deputado federal Filipe Barros, vice-líder do PSL na Câmara dos Deputados, esteve ontem visitando Apucarana. Barros, que foi vereador em Londrina antes de assumir uma cadeira em Brasília, faz parte da comissão especial que discute a Reforma da Previdência. Para ele, a reforma combate privilégios e deverá ser aprovada no início do próximo mês.
De acordo com o deputado, caso a reforma não seja aprovada, o País quebra. “Não é uma reforma do Jair Bolsonaro. É uma reforma do Brasil. Chegamos em um momento em que, ou propomos uma nova Previdência, ou o país vai quebrar. Precisamos garantir que as futuras gerações tenham direito de se aposentar”, diz.
“Se queremos e defendemos que mais dinheiro seja aplicado em políticas públicas de Saúde, Educação e Segurança Pública, precisamos fazer a reforma. Nós somos o país que mais gasta com previdência social no mundo. A reforma é necessária para o desenvolvimento do País. Tenho a convicção que ela será aprovada”, completa.
Barros defende ainda a manutenção dos servidores municipais e estaduais no texto da reforma, mas não descarta uma retirada estratégica. “Manter os estados e municípios é o cenário ideal. Mas, se for necessária a retirada deles para a aprovação da reforma, teremos que retirar. É importante salientar que esta reforma é para acabar com privilégios, sobretudo de políticos, membros do Judiciário, alta cúpula do funcionalismo público, entre outros. São essas benesses que precisamos combater. Mas sabemos que há inúmeras tentativas de pessoas em manter seus privilégios, inclusive alguns deputados. Precisamos combater isso”.
O deputado ainda falou sobre a atuação dele na Comissão dos Direitos Humanos, da qual faz parte, além do vazamento das conversas entre o hoje ministro Sérgio Moro e o promotor Deltan Dallagnol. Assista a entrevista completa no site do TN Online (www.tnonline.com.br) e nas páginas do Facebook e do Instagram.