Seguindo o padrão das últimas semanas, os deputados federais não conseguiram chegar ontem a um entendimento mínimo e adiaram mais uma vez a votação da reforma política em plenário.
Como na semana que vem os trabalhos no Congresso serão encurtados pelo feriado de Sete de Setembro (que cai na quinta-feira), uma possível votação pode ocorrer somente por volta do dia 14 de setembro.
Para valer nas eleições de 2018, eventuais mudanças têm que ser chanceladas pela Câmara e pelo Senado até o início de outubro.
Quando há nível alto de entendimento, é comum haver tramitações a jato. Mas esse não é o caso da atual reforma, que corre o risco de ser engavetada definitivamente nas próximas semanas.
Quatro pontos principais são discutidos: um novo modelo de financiamento das campanhas, o formato de eleição para o Legislativo, o fim das coligações entre partidos e regras para tentar barrar a proliferação das legendas.
Mas não há entendimento sobre nenhum deles, já que nos debates internos prevalece, sobretudo, o objetivo de sobrevivência política de congressistas e partidos. E o que é vantajoso para determinado grupo acaba sendo prejudicial para outro.
A chamada cláusula de desempenho (ou de barreira) é um exemplo..
POLÍTICA
MAIS LIDAS
-
Cidades
03/08Empresário de Rolândia (PR) é primeiro ganhador do prêmio de R$ 1 milhão da Poupança Premiada Sicredi
-
Política
21/03Decreto institui cotas raciais em 30% dos cargos de confiança
-
Esporte
02/02Willian Kibor e Núbia de Oliveira vencem a Prova 28 de Janeiro
-
Geral
31/10Pesquisa sugere criação de presídio para idosos no Rio
-
Economia
10/03Indústria de alimentos e bebidas cresceu 8% em 2025, diz Abia