POLÍTICA

min de leitura - #

Ipec: Lula aparece com 50% e Bolsonaro, 43%

Da Redação

| Edição de 18 de outubro de 2022 | Atualizado em 18 de outubro de 2022
Imagem descritiva da notícia Ipec: Lula aparece com 50% e Bolsonaro, 43%

Fique por dentro do que acontece em Apucarana, Arapongas e região, assine a Tribuna do Norte.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 50% das intenções de voto no segundo turno na disputa pelo Planalto, aponta pesquisa Ipec (ex-Ibope) divulgada nesta segunda-feira. O presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), aparece com 43%.

De acordo com o levantamento, brancos e nulos representam 5%, e indecisos, 2%. Nos votos válidos, o petista tem 54%, e o presidente, 46%.

Contratada pela Globo, a pesquisa divulgada nesta segunda-feira foi realizada entre 15 e 17 de outubro e entrevistou 3.008 eleitores presencialmente em 184 municípios. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02707/2022. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

No primeiro turno, Lula obteve 57,2 milhões de votos válidos, ou 48,43% do contabilizado pela Justiça Eleitoral. Bolsonaro, candidato à reeleição, recebeu 51 milhões de votos, ou 43,20% do total.

Após a eleição do dia 2 de outubro, o ministro da Justiça, Anderson Torres, pediu à Polícia Federal para que investigue os institutos de pesquisa. Na quinta-feira (6), o senador Marcos do Val (Podemos-ES) apresentou pedido de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os institutos de pesquisa de intenção de voto.

Na última quinta-feira, 14, o presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Alexandre Cordeiro, determinou a abertura de um inquérito para investigar as empresas Datafolha, Ipec e Ipespe, sob o argumento de haver indícios de que os institutos de pesquisa atuaram “na forma de cartel” para “manipular” as eleições, cometendo o mesmo erro sobre o resultado da votação do último dia 2 para escolher quem vai comandar o País nos próximos quatro anos, a partir de 2023.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, suspendeu todas as investigações abertas. (ESTADÃO CONTEÚDO)