POLÍTICA

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Líder do governo, Ricardo Barros critica prisão do ex-presidente Lula

DA REDAÇÃO

| Edição de 04 de fevereiro de 2021 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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O líder do governo Bolsonaro na Câmara Federal, deputado paranaense Ricardo Barros (PP), afirmou ontem que a prisão após condenação em segunda instância foi um artifício criado oportunísticamente pela força-tarefa da operação Lava Jato do Ministério Público Federal (MPF) para tirar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) da eleição presidencial de 2018. Barros deu a declaração ao ser questionado sobre o fim da Lava Jato, cuja força-tarefa foi encerrada pelo MPF anteontem.

“Nunca teve prisão em segunda instância no Brasil. Só teve para prender o Lula e tirá-lo da eleição. Casuísticamente, uma interpretação de 6 a 5 no Supremo Tribunal Federal. Na Constituição brasileira fala assim: ‘ninguém será considerado culpado até trânsito em julgado”, afirmou Barros, em entrevista à rádio CBN.
“A prisão em segunda instância foi um casuísmo que a Lava Jato construiu para tirar o Lula da eleição. Se o Lula deve ou não deve, isso é outra questão”, disse o líder de Bolsonaro.
Barros também afirmou que promotores e procuradores que cometeram irregularidades devem ser punidos.