POLÍTICA

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MPF apura como redes sociais combatem fake news

DA REDAÇÃO

| Edição de 09 de novembro de 2021 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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A menos de um ano das eleições, o Ministério Público Federal (MPF) abriu ontem uma investigação formal sobre a postura das redes sociais e aplicativos de mensagem no enfrentamento de notícias falsas e violência digital A apuração atinge as empresas responsáveis pelo Whatsapp, Telegram, Facebook, Instagram, Twitter, TikTok e YouTube.

Um dos pontos centrais do inquérito será o financiamento de fake news. “Muitas vezes carece de transparência e faz com que a viralização de posts e mensagens, de forma organizada, ultrapasse os limites da liberdade de expressão”, afirma o MPF.
Neste primeiro momento, o órgão deu dez dias para as plataformas enviarem informações sobre as providências em curso para detectar e combater a produção de conteúdos falsos, o disparo de mensagens em massa e o uso de robôs e perfis fictícios.