POLÍTICA

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Na posse, Ciro Nogueira diz que será “amortecedor do governo”

DA REDAÇÃO

| Edição de 05 de agosto de 2021 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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O novo ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, tomou posse nesta quarta-feira com um discurso de temperança. Ao presidente Jair Bolsonaro, Nogueira disse que gostaria de ser lembrado como um “amortecedor” do governo: equipamento, segundo o novo ministro, capaz de estabilizar, diminuir tensões e “tornar a viagem mais serena e confortável”.

“Vamos ajudar o Brasil a dar sinais certos para onde estamos indo, o primeiro deles, não tenho dúvida, é de que a democracia é líquida e certa. Difícil por natureza, mas é a coisa certa”, afirmou Nogueira. O novo ministro também ressaltou que em breve o Brasil terá toda a população alvo imunizada contra a covid-19 e com o País pronto para crescer.
Durante o discurso, Ciro destacou que assume a pasta com a missão de preparar o País para as eleições do próximo ano da forma certa, com atenção à economia no prumo, política ajustada e vacinação garantida.
“Estamos cruzando o cabo das tormentas: das tormentas políticas, das tormentas sociais, econômicas e institucionais”, declarou. Entre os focos da pasta, Nogueira destacou a ampliação do Bolsa Família, programa de assistência social que o governo estuda aumentar até o fim deste ano do atual benefício médio de R$ 190 para o mínimo de R$ 300 ou R$ 400.
“Existe o Brasil e os problemas que temos de enfrentar: fome e miséria”, disse. “Não temos vergonha de falar em desigualdade social, temos vergonha que apesar dos que nos antecederam, ela continue existindo. Por isso, o governo do presidente Jair Bolsonaro lançará um ambicioso e amplo programa social com valores ainda mais altos de seus benefícios”, completou o ministro que tomou posse ontem.
“A chegada do Ciro Nogueira é uma demonstração de que queremos cada vez mais aprofundar o relacionamento com o Parlamento. E não é a primeira vez que eu digo que Legislativo e Executivo são um só poder. Quase tudo que viermos a discutir aqui passa por lá. E o Parlamento também. Muitos projetos que nascem lá dependem do governo para sua implementação”, disse o presidente Bolsonaro.