POLÍTICA

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PMDB acolhe ex-petistas paranaenses

Da Redação

| Edição de 07 de janeiro de 2016 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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Os dois deputados paranaenses que se filiaram ao Partido da Mulher Brasileira (PMB) no fim de 2015 admitem que escolheram a nova legenda especialmente por ser a única que lhes garantiria sair do PT sem perder o mandato. Assis do Couto e Toninho Wandscheer afirmam que ainda não conhecem bem o PMB e que cogitam sair posteriormente, dependendo de como a legenda se desenvolver.

Pela lei brasileira, o mandato dos deputados pertence ao partido pelo qual eles se elegeram. Uma das poucas possibilidades de trocar de legenda sem perder o mandato é entrar em alguma sigla recém-fundada – caso do PMB, que atraiu 20 deputados federais nos 30 dias posteriores à sua aprovação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No Paraná, a nova bancada reduziu à metade o grupo de parlamentares eleito pelo PT paranaense em 2014.
Assis do Couto diz que estava incomodado por estar num grupo minoritário do PT, sem poder de decisão. “O PMB surgiu como uma oportunidade de sair sem o desgaste jurídico. Não foi por uma escolha ideológica”, diz. Segundo ele, “se fosse por ideologia, teria ido para o PDT”. “Ainda agora não descarto ir para o PDT”, afirma.