Na agenda cumprida anteontem em Curitiba, o prefeito de Apucarana, Beto Preto (PT), também se reuniu com o diretor presidente da Copel Distribuição, Antônio Guetter. E, no encontro, realizado na sala de reuniões do governador Beto Richa (PSDB), no Palácio Iguaçu, o prefeito expôs um histórico de reclamações frequentes de moradores de diversos bairros de Apucarana, com relação a problemas com a iluminação pública.
Segundo o prefeito, em reunião da União dos Moradores e Mutuários de Apucarana (Ummar), realizada no último sábado, no plenário da Câmara Municipal, o maior número de reclamações apresentadas por presidentes de associações de moradores foi com relação a lâmpadas queimadas. “Clientes da Copel criticam a demora da empresa na troca das lâmpadas, deixando bairros às escuras e gerando insegurança”, relatou Beto Preto.
Conforme esclareceu o prefeito, o Município ainda não assumiu a manutenção do sistema de iluminação pública, por força de uma decisão da Justiça Federal. “Estamos nos estruturando para assumir o sistema, mas queremos recebê-lo em boas condições”, argumentou.
Antônio Guetter, que estava acompanhado de Cláudio Pacheco, assessor direto do gabinete do governador Beto Richa, disse que irá discutir o problema com a equipe de Apucarana. Ele também anunciou que nas próximas semanas estará no Norte do Estado e que virá a Apucarana para avaliar o encaminhamento dos serviços pela empresa.
Guetter adiantou ao prefeito Beto Preto que a Copel tem planejada a implantação de mais uma subestação em Apucarana, visando o atendimento da crescente demanda no município, principalmente no setor industrial.
De sua parte, Beto Preto reiterou que sempre manteve boas relações com a Copel e que busca apenas um atendimento mais eficiente para a população, no tocante à iluminação pública.
FAMÍLIA
Ainda em Curitiba, o prefeito tratou com a secretária do Trabalho e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa, da formalização de um convênio do Projeto Crescer em Família. “Vamos receber do Estado uma verba de R$ 135 mil – com contrapartida de $ 40 mil do Município -, para custear o projeto que visa desenvolver um conjunto de procedimentos técnicos e especializados voltados a fomentar o acolhimento de crianças e adolescentes afastados do convívio da sua família de origem”, explica o prefeito. Ele acrescenta que, em razão de medidas de proteção, os menores ficam abrigados por famílias devidamente cadastradas.