POLÍTICA

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Presidente do TSE apela aos jovens para o exercício do voto

Da Redação

| Edição de 22 de março de 2022 | Atualizado em 22 de março de 2022
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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, aproveitou a participação em debate sobre democracia e os impactos nas decisões do País, promovido na manhã desta terça-feira pelo Centro Brasileiro de Estudos Constitucionais (CBEC), para convocar os jovens eleitores a participarem do processo eleitoral de 2022. 

Fachin reiterou que o dia 4 de maio é a data final do cadastramento eleitoral e ressaltou que quem não vota abdica do direito de decidir e deixa que outro decida em seu nome. Ele afirmou que os jovens não podem se deixar levar pela indiferença, pelo ceticismo ou pela ideia de que tudo que está ai não o satisfaz.

“Por isso, a resiliência democrática, a serenidade que devemos ter na defesa firme das instituições democráticas, o respeito às regras do jogo eleitoral. Isso tudo são condições de possibilidades para que o futuro seja habitável. Para que jovens como vocês tenham a liberdade de pensar e a capacidade de julgar com paz e segurança”, afirmou o ministro.

Na palestra sobre democracia, eleições e cidadania, Fachin ressaltou que todos nós somos dotados da capacidade de pensar, julgar e distinguir o certo do errado e o bem do mal. Afirmou, ainda, que preservar a democracia é preservar o oxigênio da liberdade. “É fundamental que exerçamos a capacidade de pensar e julgar, de escrutinar a vida pública. Por isso que não há democracia sem eleições e não há eleições sem o exercício cívico do voto”. 

O presidente do TSE afirmou que a Justiça Eleitoral cumprirá sua importante missão de garantir o cumprimento da constituição, organizar as eleições e empossar os eleitos até o dia 19 de dezembro. “E isso vai acontecer”, garantiu.

Fachin afirmou que os inimigos da democracia estão à solta. “Estejamos atentos. A liberdade requer vigilância. A democracia requer vigilância. Seus inimigos estão à solta. Basta ler nas redes sociais: ameaças, insultos, mensagens racistas, mentiras deliberadas, articulações de complô. Algoritmos disseminam o ódio, capturam o consentimento das pessoas, disseminam o medo e impactam as eleições”.