Melhorar a vida das pessoas, com programas e ações que priorizem as relações humanas e as necessidades sociais para construir um ambiente social mais solidário, mais colaborativo. Esses são os objetivos de governo da prefeita Maria Regina Della Rosa Magri (DEM), que está em seu terceiro mandato, depois de achar que já estava “aposentada” da vida pública. “Eu entrei na política porque queria realizar algumas coisas. Ao final de quatro anos, vi que ainda não tinha conseguido tudo. Fui para um segundo mandato e achei que tinha encerrado o ciclo. Mas as pessoas pediram que eu voltasse agora. Bem na pandemia. Mal fiz campanha. E as pessoas aderiram e me confiaram um novo mandato. Quero retribuir”.
“Sempre tive sonho de uma cidade limpa, bonita, com as pessoas e as crianças bem tratadas, uma cidade acolhedora, que dê qualidade de vida e oportunidade para todos”, resume a prefeita, para quem, mudar o jeito de fazer política é fundamental. “Não é demagogia não. É uma forma de fazer e de governar diferente, porque quero mesmo fazer a diferença na vida das pessoas”.
Muitos podem dizer que esse é o jeito mulher de fazer política. Mas Maria Regina, embora se diga orgulhosa por pode representar as mulheres, afirma que esse é o “jeito de quem ama as pessoas, a cidade onde mora, aquilo que faz”. “Vou deixar a cidade mais bonita, mais humana. E quero ser lembrada como uma prefeita que amou a cidade”.
Maria Regina faz questão de falar das relações com os vereadores. “Em cidade pequena, se tiver quem queira dificultar, atrapalhar, tudo fica mais moroso, mais difícil. Mas não é nosso caso aqui. Ao contrário. Tenho na Câmara pessoas maravilhosas, com quem posso conversar, construir soluções para nossa gente”, afirma a prefeita.
A prefeita diz que 2021 foi o pior ano de sua vida, referindo-se ao fato de ter perdido o marido, Walmir Magri, em 12 de agosto, morto em decorrência da Covid-19. A própria pandemia, quando se impôs, alterou toda a realidade de gestão. “Foram as pessoas que me fizeram levantar, todos os dias. Não é demagogia. É verdade. Me levanto, todos os dias, pelas pessoas”, afirma.
OBRAS
Em termos de obras, Maria Regina tem como prioridades a conclusão do Parque Industrial, o novo parque de máquinas e a reestruturação da avenida, com obras de urbanização e acessibilidade. Ela também comemora ter obtido recursos para a construção da nova rotatória e também para a reforma da prefeitura.
“Garantimos 10 milhões de reais em recursos para infraestrutura e mais um milhão para máquinas. Vamos reestruturar tudo. Temos dois barracões terminando, temos mais um para ser garantido, no parque industrial. A prefeitura vai ser reestruturada porque hoje não temos nem salas adequadas para atendimento público. Conseguimos mais 1,5 milhão de reais para reestruturar o prédio”, comenta a prefeita. A prefeita foi entrevistada nos estúdios do TNOnline e a entrevista vai ao ar hoje, as 16 horas (COM TNONLINE)
Geração de emprego
Para a prefeita de São Pedro do Ivaí, a geração de emprego e renda é um desafio que perpassa outras áreas da gestão e só pode ser contemplado de forma integrada.“Quando sai da prefeitura, no segundo mandato, deixei terreno comprado para o primeiro parque industrial de são Pedro. Agora voltei e estou retomando as coisas que não aconteceram”, conta.
Mas a ação não para na estrutura. “Mas penso, o que fazer? Tenho que capacitar as pessoas. Então, em paralelo, a Secretaria de Indústria e Comércio, trabalha efetivamente para geração de renda e emprego. Procura emprego para as pessoas. E colocamos a Secretaria de Desenvolvimento Humano para capacitar pessoas. Estamos realizando muitos cursos com Senai, Senac, nossos parceiros, para capacitar nossa mão de obra”.
A prefeita destaca que criou o programa “Ser Cidadão”. O programa trabalha com pessoas desempregadas, que passam pela assistência social, que faz diagnóstico que permite uma inserção customizada no projeto. “Vai trabalhar conosco por um ano, onde for preciso, fazendo o que for possível. Em paralelo, essas pessoas fazem curso de capacitação. Assim, com um médio prazo, conseguimos inserir essas pessoas no mercado de trabalho. Já recolocamos algumas pessoas e temos orgulho disso”, comenta Maria Regina.