A Câmara de Vereadores de Apucarana aprovou na sessão ordinária desta segunda-feira, sem maiores comentários e sem polêmica, cinco projetos de lei constantes da ordem do dia, sendo três do Executivo e dois de autoria dos vereadores.
De responsabilidade do Poder Executivo foram aprovados projeto de lei que repassa R$ 30 mil para a entidade de assistência social Residência Inclusiva Casa do Dodô; um projeto que denomina Dival Ceranto uma das ruas do Parque Industrial Galan; e outro que autoriza alienação de imóvel à empresa Supera Tecnologia Ltda. O projeto que abre crédito adicional suplementar no valor de R$ 600 mil foi retirado de pauta por pedido de vista do vereador Lucas Leugi (PP). Este projeto destina um reforço de dotação orçamentária à Secretaria Municipal de Gestão Pública, visando cobrir despesas do PIS/Pasep dos servidores públicos.
Também foram aprovados um projeto de lei dos vereadores Marcos da Vila Reis (PSD), Luciano Facchiano (PSB) e Moisés Tavares (Cidadania) que proíbe em Apucarana a comercialização de fios de sobre e alumínio sem procedência no município ou de procedência duvidosa; e projeto do vereador Tiago Cordeiro de Lima (MDB), que torna de utilidade pública a entidade Liga Kids-Liga Desportiva Categorias de Base de Apucarana.
A convite do presidente da Casa, vereador Franciley Preto Godói Poim (PSD), o médico urologista Hélio Kissina usou da Tribuna Livre para falar sobre a campanha Novembro Azul, que promove ações de conscientização do homem para prevenção ao câncer de próstata. Já o desportista Gerson Luiz explicou o surgimento e as ações da Liga Kids, que teve aprovado projeto de utilidade pública.
Como faz em toda sessão, o líder do prefeito na Câmara, vereador Mauro Bertoli (DEM), destacou os prêmios que a administração municipal tem obtido neste anos nas áreas de educação, meio ambiente e gestão pública.
A vereadora Professora Jossuela falou da importância e das ações da Procuradoria da Mulher da Câmara de Apucarana. Ela, inclusive, destacou a atitude da jovem que foi vítima de importunação sexual no centro da cidade, porém teve coragem de denunciar o caso à autoridade policial e representar contra o cidadão.
Já o vereador Lucas Leugi (PP) alertou que o pedágio não teve fim no Paraná, foi apenas suspenso no que ele considera “meio tempo” até as eleições de 2022.