POLÍTICA

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Temer nega corte de direitos trabalhistas

Folhapress

| Edição de 13 de maio de 2017 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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Em evento no Palácio do Planalto para marcar um ano de governo, o presidente Michel Temer disse ontem que o diálogo com o Congresso Nacional tem sido diferencial de seu governo, e é importante para a aprovação das reformas propostas. Temer disse que encontrou o País “com rombo milionário”, recessão econômica, altos índices de desemprego, inflação e juros altos. O presidente voltou a defender a reforma trabalhista, que já foi aprovada pela Câmara dos Deputados e está em tramitação no Senado. 

Imagem ilustrativa da imagem Temer nega corte de direitos trabalhistas


“Tenho a honra e felicidade de liderar a travessia, e o farei. Foi tenso, mas o saldo é positivo. Já temos resultados concretos e ótimos motivos para mantermos confiança. O Brasil está retomando o caminho do crescimento. Agora é seguir em frente. A travessia é segura e, no segundo ano, teremos um País reestruturado e eficiente”, disse o presidente.
Ao citar dados de que as empresas já estão identificando crescimento nas vendas “após dois anos de conta no vermelho”, Temer reiterou que a reforma trabalhista vai possibilitar a abertura de mais vagas. “Quero enfatizar, falar em letras garrafais e em negrito: Quero garantir o total direito do trabalhador. A palavra mais suave que encontro é irresponsabilidade quando dizem que vamos tirar direito do trabalhador”, disse. “A Constituição assegura todos os direitos trabalhistas. Não haverá nenhum direito a menos para o trabalhador brasileiro”, acrescentou.
Temer destacou a harmonia entre os poderes existente hoje. “Era preciso estabelecer o diálogo que antes não havia”, afirmou. “Aliás, foi da ausência de diálogo que decorreu a dificuldade para governar. Faltava entrosamento entre Executivo e Legislativo. Faltava pacificar o País”, acrescentou.