Em reação às críticas da presidente afastada Dilma Rousseff, o presidente interino Michel Temer chamou de “oportunistas” aqueles que querem debitar sobre seu governo resultados negativos na geração de emprego e no desempenho econômico.
Em cerimônia de posse de cinco presidentes de órgãos federais, o peemedebista observou que não é culpa da atual administração o número de 11 milhões de desempregados ou a alta da inflação. Ele fez questão ainda de ressaltar que não haverá reduções com despesas em saúde e educação.
“Não falarei em herança de espécie nenhuma. Apenas revelo a verdade dos fatos para que oportunistas não venham debitar os erros dessa herança ao nosso governo”, disse.
Em rápido discurso, Temer reconheceu que as medidas econômicas não resolverão a situação do País “da noite para o dia” e que serão precisos “sacrifícios” para “encontrar o caminho para a geração de emprego e o crescimento do País”.
“Eu quero registrar, para que não tenha exploração, que os percentuais referentes a saúde e educação não serão modificados”, disse o peemedebista.