POLÍTICA

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TSE define limite de gastos dos candidatos nas eleições deste ano

Agência Brasil

| Edição de 30 de junho de 2018 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou o limite de gastos das campanhas eleitorais deste ano, bem como o limite quantitativo para contratação de pessoal. Para o cargo de presidente da República o teto será de R$ 70 milhões para o primeiro turno, valor que pode ser acrescido em R$ 35 milhões caso haja segundo turno.
O limite fixado às campanhas para deputado federal ficou em R$ 2,5 milhões. Para os cargos de deputados estadual ou distrital, o teto ficou fixado em R$ 1 milhão. No caso das campanhas para governadores e senadores, o limite de gastos varia de acordo com o eleitorado de cada unidade da Federação.
No caso do Paraná, que tem 7,9 milhões de eleitores, os candidatos ao governo poderão gastar até R$ 9,1 milhão, com acréscimo de R$ 4,5 milhão no segundo turno; para o Senado, R$ 3,5 milhão; para deputado federal, R$ 2,5 milhões; e candidatos a deputados estaduais, até R$ 1 milhão.
São Paulo é a unidade federativa com maior teto de gastos para a campanha a governador (R$ 21 milhões, no primeiro turno e outros R$ 10,5 milhões em caso de segundo turno), seguido do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e da Bahia (14 milhões mais R$ 7 milhões em caso de segundo turno);
Ceará, Goiás, Maranhão, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Santa Catarina (R$9,1 milhões mais R$ 4,55 milhões para o segundo turno).
Estados com população de até 1 milhão de eleitores terão seus gastos limitados a um teto de R$ 2,8 milhões, para a campanha ao governo estadual. Em caso de segundo turno, essas campanhas terão seu teto acrescido em R$ 1,4 milhão. 
O TSE também disponibilizou em seu portal o limite de contratações diretas ou terceirizadas de pessoal, para serviços de militância e de mobilização nas ruas.