Com a primeira sessão ordinária do ano, a Câmara de Apucarana instalou na noite de segunda-feira a 17ª Legislatura da história do município. Sob a presidência de Mauro Bertoli (DEM), o Ano Legislativo foi aberto oficialmente com a presença dos onze vereadores eleitos no pleito de 2 de outubro do ano passado. O recinto da Casa esteve tomado por populares.
Coube ao padre Lino Batista e ao Pastor Othoniel Gonçalves abrir os trabalhos com orações e mensagens de estímulo aos vereadores para que possam conduzir o mandato defendendo acima de tudo os interesses do povo e do município.
O prefeito Beto Preto (PSD), que estava em viagem, foi representado pelo seu vice Júnior da Femac (PDT). Ele fez questão de destacar as qualidades de cada vereador.
“Depois de muitos anos, Apucarana deu um grito de unidade, de união em torno de um projeto comum para o município”, disse Júnior da Femac, lembrando o resultado das urnas que apontou a vitória do prefeito Beto Preto com quase 90% dos votos válidos. “Que esta Casa de Leis possa ser um templo da unidade, do diálogo e da tolerância. Ninguém é tão perfeito que não pode ouvir ninguém”, afirmou. Segundo ele, as portas da Prefeitura estão abertas a todos os vereadores, “porque é daqui da Câmara que vem o primeiro grito do povo”.
O tom dos discursos dos vereadores foi de desenvolver uma legislatura com ética, transparência, responsabilidade e de comprometimento com a comunidade. A vereadora Márcia Sousa (PSD), única mulher no Legislativo, disse sentir honrada em representar as mulheres na Casa, mas que sua responsabilidade também é grande. “Aqui se começa a construir uma nova história política e de participação popular nesta câmara”, afirmou, destacando a grande presença de mulheres no recinto. “Se não tem mais mulheres aqui é porque nós não votamos”, lamentou.
O vereador Luciano Molina (Rede), que está em segundo mandato, manifestou sua disposição de cobrar das autoridades governamentais a execução dos projetos que Apucarana reivindica. Ele citou, entre eles, o Cense, que foi anunciado pelo Estado em abril de 2013, mas não saiu do papel.
O vereador Poim (PSB), desejou que haja harmonia e respeito entre os vereadores. Antônio Carlos Sidrin (DEM), disse que não faz parte só de uma comunidade, mas da população de Apucarana. E prometeu honrar um por um os 2.129 votos que recebeu nas urnas.
Marquinhos da Vila Reis (PSD) lembrou que política é a arte do bem comum e, conforme palavras do Papa Francisco, é uma das formas mais claras de se praticar a caridade. “Meu estilo de trabalho é pautado na ética e na transparência, peço a Deus que nós vereadores possamos ajudar Apucarana”, disse o Professor Edson (PPS). “Que nós vereadores possamos optar sempre pelas melhores decisões em favor do povo”, completou Gentil Pereira (PV). José Airton Deco de Araújo (PR) disse acreditar que todos os vereadores farão o melhor de si para Apucarana.
Lucas Leugi (Rede) reafirmou seu compromisso de lutar pelo povo de Apucarana acima de tudo. Já Rodolfo Mota (PSD) manifestou seu compromisso com a transparência e de acompanhar como está sendo gasto o dinheiro público.
Como presidente da Câmara, Bertoli disse que vai procurar fazer o melhor para que o prefeito tenha apoio necessário e a cidade se desenvolva.
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