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​ FAP discute crimes raciais e combate ao racismo

Da redação

| Edição de 18 de maio de 2018 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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Evento foi realizado na noite de anteontem no Cine Fênix, em Apucarana
Na noite de anteontem o Cine Teatro Fênix, em Apucarana, foi palco do III Psicon – “Legislação, Crime Racial e Racismo Institucional: é preciso promover a igualdade de direitos”, realizado pela Faculdade de Apucarana (FAP) com apoio da Secretaria da Mulher e Assuntos da Família da Prefeitura de Apucarana. 
A atividade, idealizada pelos professores Camilla Bolonhezi e José Júlio da Silva, tem como foco a compreensão e análise sobre a legislação referente ao crime racial e racismo institucional, buscando estabelecer estratégias para que os futuros profissionais compreendam que o racismo pode ser combatido por meio de processos educacionais, de ações afirmativas, aplicação de sanções, ações sociais ou institucionais, bem como pela mudança de pensamento diante das relações étnico raciais no país. 
Segundo o diretor geral da FAP, Lisandro Modesto, o ponto alto do evento foi a palestra de Felipe Bernardo Nunes, juiz de Direito titular da Vara Cível de Assaí. 
“Foi incrível a forma leve que o juiz conduziu a palestra. A FAP é uma instituição totalmente contra qualquer tipo de preconceito e por isso, queremos levar cada vez mais a sério o Psicon, que começou em 2016”, ressalta. 
Além do apoio da prefeitura, o evento contou também com ajuda do Movimento Negro de Apucarana (Macone), Conselho de Igualdade Racial de Apucarana, Pastoral Afrodescendente de Apucarana e da Pastoral da Educação da Diocese de Apucarana. (FERNANDA NEME)