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16ª RS é destaque no enfrentamento da pandemia

Da Redação

| Edição de 14 de julho de 2020 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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O relato das ações de enfrentamento integrado da Covid-19 entre os municípios da área de abrangência da 16ª Regional de Saúde (RS) de Apucarana foi selecionado na iniciativa do Ministério da Saúde e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) que visa promover à divulgação de experiências exitosas de combate a pandemia. Ao ser selecionada, a regional está habilitada para concorrer ao Prêmio APS Forte no SUS de 2020.
A estratégia regional integrada de enfrentamento à pandemia foi organizada em conjunto pela 16ª RS e Conselho Regional de Secretarias Municipais de Saúde (CRESEMS), com o apoio do Conselho Estadual de Secretários de Saúde (COSEMS). A 16ª RS está entre as cinco regionais de saúde com o menor índice de incidência da Covid-19 no Paraná. O Estado possui 22 regionais de saúde.
Um vídeo institucional, gravado ontem na sede da 16ª RS, será publicado no site oficial e demais redes sociais do Ministério da Saúde e da Opas. 
A experiência da 16ª RS foi selecionada entre mais de 4 mil inscrições no país. A apoiadora do COSEMS, Luana Tironi, destaca as principais estratégias de enfrentamento regional, como a criação do Comitê Organizativo de Emergências (COE), que tem a finalidade de discutir as ações que devem ser desenvolvidas pelos 17 municípios da regional de saúde.
“Também estão entre as estratégias, a educação permanente para os profissionais da atenção primária da saúde para atuar com essa nova realidade d e a elaboração de um Manual de Recomendações, com orientações de fluxos e protocolos de atendimento”, informa Luana.
O chefe a 16 RS, Altimar Carleto, observa que a regional de saúde de Apucarana teve seu trabalho escolhido pela Opas para ser exemplo para o país e até para as Américas. “É um trabalho sobre a governança regional para o enfrentamento da Covid-19, executado pela regional de saúde, mas com a união de todos os municípios da nossa região e o apoio do CRESEMS e COSEMS. Todos juntos, numa só força, participaram da definição de estratégias que tiveram um resultado altamente positivo, no sentido das orientações, recomendações, tendo como foco principalmente a atenção básica e a rede de urgência e emergência”, avalia Carleto.