A alta nos preços dos alimentos também pesou no bolso da empresária Lilian Farani Porto, que também é dona de restaurante. Ela conta que precisou reajustar preços para evitar prejuízo. “Não consegui manter o mesmo valor. Precisei subir R$ 1 no preço das marmitas e também da refeição livre”, comentou.
A empresária comenta que a movimentação no restaurante ainda não voltou ao normal, por conta da pandemia, mas tem esperança de que a situação melhore. “Durante a pandemia caiu bastante o movimento. Não voltou ao normal, mas senti uma melhora nas últimas semanas, porque agora as lojas estão funcionando normalmentel. Torço para que até o fim do ano essa situação se normalize porque todos os comerciantes precisam”, diz.