Material de limpeza, artesanato, pimenta, comida japonesa, roupas de ginástica e até aulas de música. Esses foram alguns dos produtos e serviços que ganharam a praça central de Arapongas na manhã de ontem durante a 1ª Feira do Empreendedor de Arapongas. O evento, aberto de manhã e que seguiu durante toda a tarde reuniu 24 microempreendedores individuais de diversos segmentos da cidade, que mostraram ao público seus produtos e serviços estandes durante o evento organizado pela prefeitura de Arapongas e pelo Sebrae.
Segundo o secretário de Indústria, Comércio e Turismo, Pedro Nazário a feira faz parte do projeto Sala do Empreendedor, idealizado em abril de 2014, que visa estimular a legalização de negócios informais e facilitar a abertura de novas empresas. Ele explica que a Feira tem como objetivo principal a divulgação. “A ideia não é a comercialização, mas deixamos os comerciantes livres para vender também se for necessário”, diz.
O consultor do Sebrae, Júlio César dos Santos Rodrigues, de Arapongas, explica que o objetivo é gerar oportunidades para a abertura de novos negócios, a ampliação e a inovação nas microempresas. “Queremos que os microempreendedores criem um novo canal de negócios, mostrem os produtos e aumentem o contato com clientes”, reforça.
Evandro Ferreira, 38 anos, de Arapongas, esteve entre os microempreendedores presentes na feira. Após herdar algumas receitas de molhos de pimenta do avô, Ferreira resolveu há 9 meses resolveu fabricar os produtos. “Vi no evento uma ótima oportunidade de mostrar meus produtos e conquistar novos clientes”, acredita.
A artesã Maria Luísa Leal Venegas, 66, também participou da atividade. Há 3 anos ela faz parte da Associação de Artesãos de Arapongas (Arteara) e não é a primeira feira que comercializa os produtos feitos pelas mais de 50 artesãs de Arapongas e região.
Outra microempreendedora que aproveitou a oportunidade de expor na feira foi Maysie Fortunato, 38 anos. Ela tem uma loja de produtos de limpeza há 9 meses.
“Por ser um negócio novo achei que seria uma boa hora de divulgar, vender o produto e conquistar mais clientes”, garante.
Assim como Maysie, a microempreendora Su Tamura, 29 anos, que trabalha há 3 anos com a culinária japonesa também participou da feira. “Essa atividade é uma vitrine para o nosso trabalho”, avalia.