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‘Bombeiro Mirim’ completa 10 anos em Apucarana

Da redação

| Edição de 29 de novembro de 2017 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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O Projeto Bombeiro Mirim, desenvolvido pelo 4º Sub-grupamento de Bombeiros Independente (SGBI) de Apucarana e pela Associação Kara te Vida, com apoio de diversas entidades, está completando 10 anos. Ao longo deste tempo, mais de 500 crianças, jovens e adolescentes passaram pelo projeto. Hoje, são quase 40 bombeiros mirins na iniciativa.

Imagem ilustrativa da imagem ‘Bombeiro Mirim’ completa 10 anos em Apucarana

O idealizador do projeto, o major e ex-comandante do 4º SGBI Hemerson Saqueta, explica que os jovens recebem diversos acompanhamentos, oferecidos por profissionais que trabalham de maneira voluntária.
“São todas estas pessoas caridosas, voluntariosas que, independente da sua formação, seja policial, pedagogo, atleta ou juiz, têm em comum a fé no ser humano, a vocação de amor ao próximo e que saem do campo da teoria para praticar o bem de forma singela e gratuita”, ressalta ele.
Saqueta, que hoje comanda o 2º Grupamento de Bombeiros de Ponta Grossa, destaca ainda a força de vontade dos participantes do projeto. “Estes jovens se esforçam para reter o bem e dedicam-se aos ensinamentos, colhendo com avidez todo o aprendizado oferecido. Isto faz com que eles, ao longo de suas vidas, distribuiam daquilo a que tiveram acesso: dignidade, valorização, companheirismo e amor”.
O Projeto Bombeiro Mirim é um programa de complementação educacional promovido pelo Corpo de Bombeiros. Os participantes recebem aulas de informática, caratê, música, cidadania e primeiros socorros, além de palestras com os mais variados temas, como higiene e segurança. Eles recebem ainda uma cesta básica.
O presidente da Associação Kara te Vida, Alan Pereira, exalta a importância do projeto. “É um grande orgulho para nós vermos que o projeto dá resultado. Tantos jovens que passaram por aqui estão trilhando caminhos fantásticos em suas vidas. É como se tivéssemos lapidado diamantes”, afirma ele, que adianta que o próximo passo é buscar parcerias para incluir meninas no projeto. (RENAN VALLIM)