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Comissão é criada para agilizar obras

Cindy Annielli

| Edição de 02 de março de 2016 | Atualizado em 02 de dezembro de 2016

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O prefeito de Arapongas convocou ontem, uma comissão para acelerar as obras de recuperação dos estragos causados pelas chuvas, no início do ano. Os estragos atingiram principalmente a malha viária do município e pelo menos três ruas permanecem interditadas totalmente ou parcialmente. A prefeitura informou que já iniciou a reforma das vias e que outros problemas emergenciais estão sendo sanados. Contudo, outras demandas dependem da elaboração de um projeto de recuperação que será avaliado pelo Ministério da Integração Social.

Imagem ilustrativa da imagem  Comissão é criada para agilizar obras

“No primeiro momento, quando conseguimos fazer a classificação do estado de emergência, constatamos um prejuízo de R$ 15,6 milhões. Depois dessa avaliação, tivemos outras chuvas que agravaram outros pontos do município”, informa o secretário municipal de Obras, Pedro de Marco Junior.

Entre as vias mais prejudicadas estão a Rua Pavão (totalmente interditada no trecho entre o Jardim Bandeirantes e Portal das Flores) e a Rua Tangará (parcialmente interditada em trecho na região do Bairro Vale das Perobas, na saída para Maringá). “As equipes estão trabalhando na recuperação. A Rua Pavão, por exemplo, continua interditada por conta do risco. A via perdeu parte da sustentação lateral e estamos fazendo recuperação. Estamos tentando estabilizar a situação e tentar achar uma data para liberar o trecho”, informa.

Marco Junior cita ainda problemas como deslizamentos em fundos de vale, agravamento de erosões, rachaduras em prédios, desabamento de pontes rurais, entre outros estragos causados pela chuva. “No primeiro momento, estamos priorizando as ruas porque é o que causa mais transtorno a população. Mas estamos trabalhando também em pontos críticos”.

O secretário acrescenta ainda que a comissão discutiu a necessidade de reparos na rota utilizada como desvio do fluxo de veículos da PR-444. De acordo com ele, a Viapar, concessionária responsável pela rodovia, realizou reformas paliativas, para amenizar a situação a curto prazo.

“É um serviço emergencial de tapa buraco, por conta da chuva, que não tem dado trégua para avaliação final e recuperação correta”, assinala.

Segundo o secretário, não há previsão para conclusão das obras.